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Militares dos EUA prometem responder a possível ataque turco contra cidade síria de Manbij

Os militares norte-americanos prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade síria de Manbij à luz de uma possível operação turca na área, afirmou o comandante do Conselho Militar de Manbij, que faz parte das Forças Democráticas da Síria (FDS), Ebu Adil.
Sputnik

Em entrevista à Sputnik Turquia, Ebu Adil comentou a resposta dos EUA às preocupações expressas pelos representantes do Conselho Militar de Manbij devido a um possível ataque contra a cidade síria por parte de Ancara.


"Há dois anos, em conjunto com as forças da coalizão liderada pelos EUA, nós limpamos Manbij do Daesh [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países]. Desde então, na cidade se encontram forças da coalizão. Algum tempo atrás, nós falamos com os militares norte-americanos sobre um possível ataque da Turquia contra Manbij. Os militares dos EUA prometeram responder a qualquer ataque contra a cidade, de onde quer que ele provenha", afirmou o comandante do conselho.

Além disso, ele …

Reino Unido classifica de "lamentável" a resposta da Rússia por caso Skripal

O Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido qualificou nesta sexta-feira de "lamentável" a decisão da Rússia de solicitar que o governo britânico reduzisse seu pessoal diplomático em território russo, após o caso do envenenamento do ex-espião duplo Sergei Skripal no sul da Inglaterra.


EFE

Londres - O governo britânico expulsou na semana passada 23 diplomatas russos em represália pelo envenenamento de Skripal e de sua filha Yulia com um agente nervoso no último dia 4 em Salisbury, no sul da Inglaterra, uma ação que o Reino Unido considera que, provavelmente, teve o envolvimento do Kremlin.


O chefe da diplomacia britânica, Boris Johnson. EPA/NEIL HALL
O chefe da diplomacia britânica, Boris Johnson. EPA/NEIL HALL

Em resposta a essa medida, a Rússia procedeu com a expulsão do mesmo número de funcionários britânicos e, segundo os veículos de imprensa, pediu hoje ao governo britânico que reduza seu número de funcionários diplomáticos para o mesmo nível que a Rússia tem no Reino Unido, cujo número não foi revelado.

"É lamentável, mas, à luz do comportamento anterior da Rússia, esperávamos uma resposta. Não obstante, isso não muda a questão que foi uma tentativa de assassinato de duas pessoas em solo britânico, pelo qual não há outra conclusão alternativa que o Estado russo foi culpado", afirmou uma porta-voz do ministério britânico.

A porta-voz acrescentou que a Rússia viola o direito internacional e a Convenção sobre Armas Químicas e ressaltou que as medidas de outros países, que também expulsaram diplomatas russos em solidariedade com o Reino Unido, "demonstra a profundidade da preocupação internacional".

O ex-espião russo permanece hospitalizado em estado crítico, mas fontes oficiais indicaram ontem que o estado de Yulia Skripal melhorou e, segundo alguns veículos de imprensa, ela já estaria conseguindo falar.

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