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Militares norte-americanos acreditam que EUA entrarão em guerra

Quase metade do Exército dos EUA está confiante de que durante o ano de 2019 seu país estará envolvido em um grave conflito armado, de acordo com o Military Times.
Sputnik

Segundo uma pesquisa recente, 46% dos participantes não duvidam que o confronto militar ocorrerá no próximo ano.


A título de comparação, em 2017, apenas 5% dos militares dos EUA esperavam um conflito armado, enquanto 50% descartaram um cenário de guerra e 4% não responderam.

Quanto aos inimigos mais prováveis, os soldados dos EUA mencionaram principalmente a Rússia e a China. Respectivamente, 72% e 69% dos entrevistados escolheram esses dois países.

Além disso, cerca de 57% estão preocupados com a presença de extremistas islâmicos nos Estados Unidos. Em particular, 48% destacaram uma possível ameaça por parte dos grupos terroristas Daesh e Al Qaeda (proibidos na Rússia e em outros países).

Reino Unido classifica de "lamentável" a resposta da Rússia por caso Skripal

O Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido qualificou nesta sexta-feira de "lamentável" a decisão da Rússia de solicitar que o governo britânico reduzisse seu pessoal diplomático em território russo, após o caso do envenenamento do ex-espião duplo Sergei Skripal no sul da Inglaterra.


EFE

Londres - O governo britânico expulsou na semana passada 23 diplomatas russos em represália pelo envenenamento de Skripal e de sua filha Yulia com um agente nervoso no último dia 4 em Salisbury, no sul da Inglaterra, uma ação que o Reino Unido considera que, provavelmente, teve o envolvimento do Kremlin.


O chefe da diplomacia britânica, Boris Johnson. EPA/NEIL HALL
O chefe da diplomacia britânica, Boris Johnson. EPA/NEIL HALL

Em resposta a essa medida, a Rússia procedeu com a expulsão do mesmo número de funcionários britânicos e, segundo os veículos de imprensa, pediu hoje ao governo britânico que reduza seu número de funcionários diplomáticos para o mesmo nível que a Rússia tem no Reino Unido, cujo número não foi revelado.

"É lamentável, mas, à luz do comportamento anterior da Rússia, esperávamos uma resposta. Não obstante, isso não muda a questão que foi uma tentativa de assassinato de duas pessoas em solo britânico, pelo qual não há outra conclusão alternativa que o Estado russo foi culpado", afirmou uma porta-voz do ministério britânico.

A porta-voz acrescentou que a Rússia viola o direito internacional e a Convenção sobre Armas Químicas e ressaltou que as medidas de outros países, que também expulsaram diplomatas russos em solidariedade com o Reino Unido, "demonstra a profundidade da preocupação internacional".

O ex-espião russo permanece hospitalizado em estado crítico, mas fontes oficiais indicaram ontem que o estado de Yulia Skripal melhorou e, segundo alguns veículos de imprensa, ela já estaria conseguindo falar.

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