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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Reino Unido diz não ser obrigado fornecer à Rússia amostras do veneno usado contra espião

O Reino Unido, através de seu enviado à ONU Jonathan Allen, disse que o país não é obrigado a fornecer amostras da substância recolhidas na investigação sobre o envenenamento do ex-oficial de inteligência russo Sergei Skripal.


Sputnik

"Os colegas russos falaram sobre amostras, mas novamente isso é um mal entendido da convenção", disse Allen. "Não há disposições na convenção que exigem que o Reino Unido compartilhe amostras coletadas como parte de uma investigação criminal".


Vice-embaixador da Grã-Bretanha no Conselho de Segurança da ONU, Jonathan Allen, escuta um orador durante uma reunião urgente convocada pelos britânicos sobre o envenenamento de ex-espião russo (14/03/2018)
Jonathan Allen © REUTERS/ Shannon Stapleton

Rússia se defende

"Este incidente… é algo que beneficia a Rússia antes na véspera das eleições presidenciais e do Campeonato Mundial de Futebol?", disse o enviado russo ao Conselho de Segurança da ONU, Vasily Nebenzya nesta quarta-feira. Ele reiterou sua declaração anterior de que haveria provocações de todo tipo contra Moscou antes de eventos internacionais importantes.

O enviado disse que poderia nomear vários países que se beneficiarão com o ataque em Salisbury, sem especificar devido ao princípio da presunção de inocência.

O Reino Unido, acrescentou Nebenzya usou Skripal porque parece ser uma "vítima perfeita", o que poderia justificar qualquer mentira contra Moscou. Ele classificou as afirmações britânicas "sem fundamento" e exigiu uma investigação minuciosa sobre o caso.

Anteriormente, o chanceler russo Sergei Lavrov, ressaltou que a Rússia estava pronta para cooperar na investigação, mas precisava ter acesso aos materiais do caso, incluindo amostras da substância em questão.


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