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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Rússia destruiu todas as armas químicas da União Soviética, diz ministro

A Rússia já eliminou toda a reserva de armas químicas acumulada pela União Soviética, disse o ministro russo do Comércio e Indústria, Denis Manturov, nesta quarta-feira (14).


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"Todas as armas químicas que foram criadas na União Soviética foram destruídas, sem exceções", disse Manturov.


Bombas de fósforo em unidade de destruição de armas químicas na cidade russa de Shchuchye, na Sibéria
Bombas de fósforo © Sputnik/ Pavel Lisitsyn

O ministro fez a afirmação em reunião partidária após ser perguntado se Moscou havia destruído seu estoque do agente neurotóxico Novichok — que o governo britânico afirma ser a arma utilizada no ataque ao ex-espião russo Sergei Skripal em Salisbury.

A destruição completa das armas químicas da Rússia foi confirmada pelos inspetores da Organização para a Proibição de Armas Químicas que estiveram nas instalações de descarte de 2002 a 2017.

A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, acusou a Rússia de ser responsável pelo ataque a Skripal pois a substância utilizada para envenená-lo foi desenvolvida na União Soviética nas décadas de 1970 e 1980.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, ressaltou que nenhum fato que comprove o envolvimento da Rússia no incidente foi fornecidos pelo Reino Unido. Segundo o ministro, a Rússia não recebeu nenhum pedido oficial de Londres sobre a questão do caso Skripal. Ele acrescentou que a Rússia não tinha motivos para envenenar o ex-oficial da inteligência.

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