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Pentágono nega que avião russo tenha 'expulsado' bombardeiro americano do Báltico

O Pentágono não concorda que o bombardeiro estratégico norte-americano B-52H tenha sido expulso por um caça russo Su-27 sobre o mar Báltico, comunicou à Sputnik o representante da entidade militar americana Eric Pahon.
Sputnik

"O avião da Força Aérea dos EUA B-52H realizava operações rotineiras no espaço aéreo internacional segundo o princípio da liberdade de navegação e de voo. Em 20 de março, o B-52H teve um encontro ordinário com um Su-27 russo que efetuava operações sobre o mar Báltico", esclareceu o porta-voz do Pentágono.

Pahon acrescentou que o Su-27 não expulsou o B-52H, que conseguiu completar a sua missão.

Na véspera, o Ministério da Defesa da Rússia publicou um vídeo de caças russos escoltando um bombardeiro estratégico americano Boeing B-52H sobre as águas neutras do mar Báltico. Segundo o comunicado, dois caças Su-27 levantaram voo para identificar e acompanhar a aeronave dos EUA.

De acordo com o Ministério, após o B-52H ter mudado de trajetória, distanciando-se da f…

Rússia destruiu todas as armas químicas da União Soviética, diz ministro

A Rússia já eliminou toda a reserva de armas químicas acumulada pela União Soviética, disse o ministro russo do Comércio e Indústria, Denis Manturov, nesta quarta-feira (14).


Sputnik

"Todas as armas químicas que foram criadas na União Soviética foram destruídas, sem exceções", disse Manturov.


Bombas de fósforo em unidade de destruição de armas químicas na cidade russa de Shchuchye, na Sibéria
Bombas de fósforo © Sputnik/ Pavel Lisitsyn

O ministro fez a afirmação em reunião partidária após ser perguntado se Moscou havia destruído seu estoque do agente neurotóxico Novichok — que o governo britânico afirma ser a arma utilizada no ataque ao ex-espião russo Sergei Skripal em Salisbury.

A destruição completa das armas químicas da Rússia foi confirmada pelos inspetores da Organização para a Proibição de Armas Químicas que estiveram nas instalações de descarte de 2002 a 2017.

A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, acusou a Rússia de ser responsável pelo ataque a Skripal pois a substância utilizada para envenená-lo foi desenvolvida na União Soviética nas décadas de 1970 e 1980.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, ressaltou que nenhum fato que comprove o envolvimento da Rússia no incidente foi fornecidos pelo Reino Unido. Segundo o ministro, a Rússia não recebeu nenhum pedido oficial de Londres sobre a questão do caso Skripal. Ele acrescentou que a Rússia não tinha motivos para envenenar o ex-oficial da inteligência.

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