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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Síria: Guterres quer união do Conselho de Segurança em medidas concretas para acabar com tragédia

Secretário-geral destaca enorme êxodo em Ghouta Oriental e Afrin; Escritório da ONU expressa “profundo alarme” com mortes; vítimas em Afrin dão conta de centenas de milhares de pessoas em risco.


ONU News

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, expressou “profunda preocupação” com o desespero dos que fogem no que chama enorme êxodo nas cidades de Ghouta Oriental e Afrin.


Residentes de Goutha Oriental deixam a cidade | Unicef/UN0185410/Sanadiki

Em nota, emitida esta sexta-feira, o chefe da ONU disse lamentar profundamente que a resolução 2401 sobre o fim de combates em toda a Síria, não tenha sido implementada. Guterres apelar às partes no conflito que respeitem o o direito humanitário internacional e os direitos humanos e a garantir a proteção dos civis.

Tragédia

O apelo do secretário-geral ao Conselho de Segurança é que esteja unido e tome medidas concretas para acabar urgentemente com a tragédia.

Guterres declara ainda que a realidade no terreno exige uma ação rápida para proteger civis, aliviar o sofrimento, evitar novos focos de instabilidade, abordar as causas do conflito e forjar uma solução política duradoura.

Antes, o Escritório dos Direitos Humanos das Nações Unidas confirmou que recebeu relatos “profundamente alarmantes” de civis mortos e feridos em ataques aéreos e terrestres em Afrin, no noroeste.

Uma nota emitida, em Genebra, sublinha que eles são impedidos de deixar a cidade por forças curdas. Agências de notícias estimam que pelo menos 30 mil pessoas tenham fugido na área onde pelo menos 18 morreram.

Vítimas

O apelo do Escritório é que as partes em conflito “tomem todas as precauções possíveis” para evitar a perda de vidas e que os relatos de vítimas civis devem ser investigados “pronta e efetivamente”.

O Escritório defende ainda que centenas de milhares de civis estão em risco, incluindo os que foram recentemente deslocados de outras áreas capturadas por forças lideradas por turcos.

Os relatos dão conta que apenas os civis que têm contatos com autoridades ou Forças Armadas curdas conseguiram sair da área. Mesmo assim, estes têm que seguir um caminho traiçoeiro onde estão expostos a ataques e explosivos e a pagar aos grupos armados em pontos controlados pelo governo.

A situação humanitária piora e coloca enorme pressão sobre o hospital de Afrin que é a única unidade médica equipada para grandes operações a lidar com o fluxo de feridos.

Oposição

Os problemas relatados pelas vítimas incluem grave escassez de água que é causada pela destruição de uma estação de bombeamento e o controle de recurso por forças lideradas pelos turcos. Por outro lado, combatentes da oposição no terreno teriam saqueado casas em algumas áreas abandonadas.

Entre as maiores preocupações dos civis no terreno destaca-se a segurança porque os combatentes posicionaram lança-foguetes em áreas residenciais.

O escritório revelou estar profundamente apreensivo com o alto risco enfrentado por civis isolados que podem ser mortos, feridos, perseguidos, usados como escudos humanos ou em risco de abandonar as suas casas.

O outro apelo às partes do conflito é que estas permitam a saída segura de civis de áreas onde ocorrem confrontos e seja garantida a proteção dos que permanecerem.

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