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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
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Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Submarinos russos foram à costa dos EUA sem serem detectados, diz militar russo

Os submarinos nucleares russos conduziram um exercício perto das bases militares norte-americanas com o objetivo de evitar a detecção quando chegaram perto da costa dos Estados Unidos, disse um comandante do esquadrão submarino a um canal de TV militar russo.


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A deslumbrante revelação foi feita em uma série de TV militar lançada no Zvezda ('Estrela'), o organismo de transmissão do Ministério da Defesa russo. O episódio se concentra em submarinos de ataque nucleares de classe Akula, os Shchuka-B.


A file picture taken in Brest harbor, western France, on September 21, 2004, shows the Vepr Russian nuclear submarine of the Project 971 Shchuka-B type, or Akula-class (Shark) by NATO classification , the same type as the Nerpa Russian nuclear submarine
Submarino russo Classe Akula © AFP 2018/ FRED TANNEAU

De acordo com um oficial de submarino entrevistado pelo canal, o comando da Marinha russa ordenou que se posicionasse na proximidade das bases militares dos EUA durante os exercícios.

"Esta missão foi realizada, os submarinos apareceram no local definido no oceano e voltaram para a base", disse ao Zvezda o comandante do esquadrão submarino, Sergei Starshinov.

Perguntado se os submarinos conseguiram ficar longe do radar durante a missão, Starshinov respondeu afirmativamente.

"Sim. Este é o nosso objetivo — ir e vir sem ser detectado", revelou.

O comandante da Marinha disse que as embarcações russas chegaram "suficientemente perto" das margens americanas, mas não violaram as fronteiras marítimas dos EUA, permanecendo em águas neutras.

A data e a localização da missão secreta não foram divulgadas, mas o canal disse que os submarinos nucleares russos "chegaram ao litoral dos EUA".

O submarino Shchuka-B foi encomendado para a Marinha Soviética em 1986. O submarino de energia nuclear é capaz de lançar mísseis de cruzeiro Kalibr ou Granat, envolvendo alvos subaquáticos com seus torpedos de 553mm e podendo ficar submersos por até 100 dias, de acordo com fontes abertas.

Tal como acontece com muitos submarinos nucleares russos, as informações de seu status, bem como as atualizações atuais e passadas, são escassas. Entende-se que vários submarinos desta classe estão sendo operados pela Marinha russa ou estão passando por modernização. Um submarino Shchuka-B foi arrendado para a Índia, onde entrou no serviço sob o nome INS Chakra.

Em 2016, um alto funcionário da Marinha dos EUA queixou-se de que os militares não podem garantir a plena consciência das atualizações de submarinos russos que estavam no nível não visto desde a Guerra Fria.

"Os submarinos que estamos vendo são muito mais sigilosos", disse à CNN o almirante Mark Ferguson, comandante das Forças Navais dos EUA na Europa na época. Os russos "têm sistemas de armas mais avançados, sistemas de mísseis que podem atacar a terra em longas distâncias", e suas capacidades operacionais estavam melhorando "à medida que vão mais longe das águas locais".

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