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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

Tel Aviv: ataque a reator nuclear sírio é mensagem para Irã

Anteriormente, a assessoria de imprensa do exército israelense desclassificou dados sobre ataque da Força Aérea de Israel contra reator nuclear da Síria, que ocorreu há dez anos na província de Deir ez-Zor.


Sputnik

A destruição do reator nuclear na Síria demonstra prontidão de Israel de impedir que seus adversários, incluindo o Irã, possuam armas nucleares, afirmou no Twitter o ministro da Inteligência israelense, Israel Katz.


A usina nuclear Bushehr no Irã (imagem referencial)
Usina nuclear iraniana Bushehr © AP Photo/ Vahid Salemi

"A operação e seu êxito deixam claro que Israel jamais permitirá que armas nucleares fiquem nas mãos dos que ameaçarem sua existência – Síria, naquela época, e o Irã, agora", assinalou o político.

Israel, depois de mais de 10 anos, reconheceu oficialmente sua responsabilidade por ter atacado reator nuclear clandestino no país vizinho, ao desclassificar vários materiais sobre preparo e realização da operação.

Representantes da Força Aérea israelense afirmaram que ataques aéreos ao reator nuclear sírio foram realizados quando a construção da instalação já estava no estágio final. Em meio à guerra civil no país, a província de Deir ez-Zor, onde o reator se encontrava, foi conquistada pelos terroristas do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países).

A desclassificação desta missão israelense evidencia a segunda vez que militares israelenses destruíram um possível gerador de energia nuclear de um país vizinho na região. Em 1981, a Força Aérea de Israel realizou ataques a um reator nuclear do Iraque.

Damasco ainda não comentou as declarações de Israel sobre destruição do reator nuclear.

Israel e EUA têm acusado Irã de manter presença militar na Síria e até mesmo de possuir uma base. Por sua vez, o Irã desmente todas as acusações, qualificando-as como infundadas, contudo, o país reconheceu ter enviado assessores militares para preparo de tropas sírias leiais a Damasco.

Israel encara atividades do Irã como ameaça à segurança nacional e continua alertando que o país estaria construindo uma base militar permanente ao sul de Damasco.

Fevereiro foi marcado pela maior escalada do conflito entre Israel e o Irã na Síria. O exército israelense afirmou ter interceptado um drone iraniano lançado a partir do território sírio. Em seguida, a Força Aérea de Israel bombardeou alvos iranianos na Síria. Os sistemas de defesa aérea síria reagiram, o que resultou na derrubada de um caça F-16 israelense. Na segunda onda de ataque, as forças de Israel atingiram 12 alvos na Síria, incluindo baterias de defesa aérea síria e instalações militares iranianas, segundo as Forças de Defesa do país.

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