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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Tel Aviv: ataque a reator nuclear sírio é mensagem para Irã

Anteriormente, a assessoria de imprensa do exército israelense desclassificou dados sobre ataque da Força Aérea de Israel contra reator nuclear da Síria, que ocorreu há dez anos na província de Deir ez-Zor.


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A destruição do reator nuclear na Síria demonstra prontidão de Israel de impedir que seus adversários, incluindo o Irã, possuam armas nucleares, afirmou no Twitter o ministro da Inteligência israelense, Israel Katz.


A usina nuclear Bushehr no Irã (imagem referencial)
Usina nuclear iraniana Bushehr © AP Photo/ Vahid Salemi

"A operação e seu êxito deixam claro que Israel jamais permitirá que armas nucleares fiquem nas mãos dos que ameaçarem sua existência – Síria, naquela época, e o Irã, agora", assinalou o político.

Israel, depois de mais de 10 anos, reconheceu oficialmente sua responsabilidade por ter atacado reator nuclear clandestino no país vizinho, ao desclassificar vários materiais sobre preparo e realização da operação.

Representantes da Força Aérea israelense afirmaram que ataques aéreos ao reator nuclear sírio foram realizados quando a construção da instalação já estava no estágio final. Em meio à guerra civil no país, a província de Deir ez-Zor, onde o reator se encontrava, foi conquistada pelos terroristas do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países).

A desclassificação desta missão israelense evidencia a segunda vez que militares israelenses destruíram um possível gerador de energia nuclear de um país vizinho na região. Em 1981, a Força Aérea de Israel realizou ataques a um reator nuclear do Iraque.

Damasco ainda não comentou as declarações de Israel sobre destruição do reator nuclear.

Israel e EUA têm acusado Irã de manter presença militar na Síria e até mesmo de possuir uma base. Por sua vez, o Irã desmente todas as acusações, qualificando-as como infundadas, contudo, o país reconheceu ter enviado assessores militares para preparo de tropas sírias leiais a Damasco.

Israel encara atividades do Irã como ameaça à segurança nacional e continua alertando que o país estaria construindo uma base militar permanente ao sul de Damasco.

Fevereiro foi marcado pela maior escalada do conflito entre Israel e o Irã na Síria. O exército israelense afirmou ter interceptado um drone iraniano lançado a partir do território sírio. Em seguida, a Força Aérea de Israel bombardeou alvos iranianos na Síria. Os sistemas de defesa aérea síria reagiram, o que resultou na derrubada de um caça F-16 israelense. Na segunda onda de ataque, as forças de Israel atingiram 12 alvos na Síria, incluindo baterias de defesa aérea síria e instalações militares iranianas, segundo as Forças de Defesa do país.

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