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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Tropas sírias retomam novas localidades em Ghouta Oriental

As tropas governamentais sírias retomaram a localidade de Mohammadieh e as instalações de Ashaeri, na região de Ghouta Oriental, ao leste da capital, avançando ainda mais em sua ofensiva antiterrorista, informaram hoje fontes militares.


Prensa Latina

Damasco - Nos confrontos com agrupamentos extremistas como Jaish al-Islã, nas mencionadas demarcações, o Exército destruiu material bélico e ocasionou grandes baixas ao inimigo, precisaram as fontes.

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Tropas sírias em Ghouta Oriental | Ammar Safarjalani/Xinhua

Com seus novos progressos em Ghouta Oriental, as forças leais a Damasco cortaram rotas de fornecimento logístico e vias de comunicação dos agrupamentos extremistas, cujas defesas desabaram ante o avanço de seu poderoso adversário.

De acordo com a parte militar, o Exército libertou as instalações Ashaeri, após a eliminação de numerosos terroristas da Frente para a Libertação do Levante (outrora Al-Nusra), que se atrincheiraram na região.

Também conseguiram significativos avanços durante suas operações nas áreas de Al-Rihan no meio de uma fuga em massa dos extremistas depois do colapso de suas defesas nos arredores da localidade homônima, precisaram as fontes.

Por outro lado, centenas de residentes de Ghouta Oriental difundiram vídeos e fotos, junto a soldados, em que demonstram seu apoio ao exército sírio.

Nas redes sociais, as imagens mostraram moradores locais que ergueram a bandeira deste país em lugares públicos, como demonstração de aprovação de que as tropas governamentais entrem em suas aldeias já libertadas de agrupamentos radicais.

Ativistas sociais e residentes em Ghouta oriental também exigiram aos grupos armados que saiam das cidades de Saqba e Hamouriya.

Desde o início da potente operação militar em 18 de janeiro, as forças leais a Damasco arrebataram dos grupos extremistas dezenas de localidades e povoados, que representam mais de 40 por cento do território de Ghouta Oriental, agora nas mãos do governo.

Em meio a ofensiva das tropas leais ao presidente do país, Bashar Al-Assad, Damasco denunciou a forte campanha midiática de órgãos de imprensa ocidentais, que imputam ataques do Exército contra populações civis e o uso de substâncias tóxicas.

Ante essas manipuladoras campanhas midiáticas, o governo alegou que em Ghouta Oriental suas tropas manterão a luta contra as formações radicais, as quais lançam dezenas de projéteis de morteiro contra Damasco e seus arredores, com saldo de centenas de mortos e feridos.

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