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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Trump ameaça acordo com Irã e guerra na região ao indicar Pompeo, diz conselho iraniano

A decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de nomear o atual diretor da CIA, Mike Pompeo, para liderar o Departamento de Estado ameaça desmontar o acordo nuclear com o Irã e aumentar o risco de guerra na região, advertiu o Conselho Nacional Iraniano Americano em um comunicado de imprensa nesta terça-feira.


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"A nomeação de Mike Pompeo para a Secretaria de Estado poderia ter profundas implicações para o destino do acordo nuclear do Irã e a perspectiva de uma nova guerra no Oriente Médio", disse o comunicado.


Mike Pompeo, diretor da CIA
Mike Pompeo © REUTERS/ Eric Thayer

A nota citou a oposição de Pompeo ao acordo de seis nações para restringir o programa de armas nucleares do Irã como principal motivo de preocupação.

"Ao servir no Congresso, as posições de Pompeu sobre política externa eram muitas vezes ideológicas e tendiam ao militarismo em vez de diplomacia", afirmou o comunicado.

Pompeo foi o principal oponente do acordo de 2015 em que o Irã concordou com o seu programa de armas nucleares durante pelo menos uma década.

O comunicado expressou a esperança de que o tempo de Pompeo como diretor da CIA tenha lhe permitido ter um "olhar sóbrio sobre o sucesso do acordo nuclear".

Trump se recusou a recertificar o acordo nuclear do Irã, acusando que o acerto limita as inspeções internacionais das instalações nucleares iranianas, enquanto permite que a República Islâmica retome a produção de combustível para bombas atômicas na próxima década.

No entanto, Trump não rompeu o acordo, que é apoiado por outras partes no acordo — Rússia, China, Reino Unido, França e Alemanha —, bem como a União Europeia.

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