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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Trump ameaça acordo com Irã e guerra na região ao indicar Pompeo, diz conselho iraniano

A decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de nomear o atual diretor da CIA, Mike Pompeo, para liderar o Departamento de Estado ameaça desmontar o acordo nuclear com o Irã e aumentar o risco de guerra na região, advertiu o Conselho Nacional Iraniano Americano em um comunicado de imprensa nesta terça-feira.


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"A nomeação de Mike Pompeo para a Secretaria de Estado poderia ter profundas implicações para o destino do acordo nuclear do Irã e a perspectiva de uma nova guerra no Oriente Médio", disse o comunicado.


Mike Pompeo, diretor da CIA
Mike Pompeo © REUTERS/ Eric Thayer

A nota citou a oposição de Pompeo ao acordo de seis nações para restringir o programa de armas nucleares do Irã como principal motivo de preocupação.

"Ao servir no Congresso, as posições de Pompeu sobre política externa eram muitas vezes ideológicas e tendiam ao militarismo em vez de diplomacia", afirmou o comunicado.

Pompeo foi o principal oponente do acordo de 2015 em que o Irã concordou com o seu programa de armas nucleares durante pelo menos uma década.

O comunicado expressou a esperança de que o tempo de Pompeo como diretor da CIA tenha lhe permitido ter um "olhar sóbrio sobre o sucesso do acordo nuclear".

Trump se recusou a recertificar o acordo nuclear do Irã, acusando que o acerto limita as inspeções internacionais das instalações nucleares iranianas, enquanto permite que a República Islâmica retome a produção de combustível para bombas atômicas na próxima década.

No entanto, Trump não rompeu o acordo, que é apoiado por outras partes no acordo — Rússia, China, Reino Unido, França e Alemanha —, bem como a União Europeia.

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