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Radicais sírios estariam recebendo armamento dos EUA através da fronteira com Jordânia

Enquanto o exército sírio parece estar pronto para uma grande ofensiva na província de Daraa, os grupos radicais que operam na região estariam recebendo grandes remessas de material bélico "Made in USA".
Sputnik

Os grupos militantes que atuam no sul da Síria receberam uma grande quantidade de armas e munições fabricadas nos EUA, incluindo mísseis antitanque TOW, informou a agência de notícias FARS.

De acordo com a FARS, o armamento foi entregue através da fronteira com a Jordânia no âmbito de um novo plano dos EUA para assegurar mais apoio a estes grupos na Síria.

A agência informou também que os grupos militantes na província de Daraa começaram a se preparar para impedir a ofensiva do exército sírio.

No início deste mês, o exército sírio intensificou as ações no sudoeste do país, controlado por radicais, perto da fronteira com a Jordânia e as Colinas de Golã, ocupadas por Israel.

O Ministério da Defesa da Rússia acrescentou que as forças do governo sírio, apoiadas por um grande a…

Ucrânia dá mais um passo para aderir à OTAN

A OTAN reconheceu a Ucrânia como país candidato a integrar a Aliança, comunicou neste sábado (10) Irina Gerashchenko, primeira vice-presidente da Suprema Rada, parlamento ucraniano.


Sputnik

"Isto é muito importante. A OTAN reconheceu o estatuto da Ucrânia como país candidato! Passo a passo, estamos nos aproximando da adesão plena à Aliança", escreveu Geraschenko na sua página do Facebook. De acordo com ela, esse reconhecimento foi há pouco tornado público no site do bloco militar. 


Militares ucranianos durante manobras internacionais Rapid Trident-2016 (foto de arquivo)
Militares ucranianos © Sputnik/ Stringer

Em dezembro de 2014, os deputados da Suprema Rada adotaram emendas às leis que anteriormente estabeleciam o status da Ucrânia como país não-alinhado. Em junho de 2016, a entrada do país na OTAN foi oficialmente reconhecida como meta da política externa do país.

Em conformidade com os acordos entre Kiev e Bruxelas, a Ucrânia deve assegurar, até 2020, a plena compatibilidade de suas Forças Armadas com as da Aliança Atlântica.


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