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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Ucrânia dá mais um passo para aderir à OTAN

A OTAN reconheceu a Ucrânia como país candidato a integrar a Aliança, comunicou neste sábado (10) Irina Gerashchenko, primeira vice-presidente da Suprema Rada, parlamento ucraniano.


Sputnik

"Isto é muito importante. A OTAN reconheceu o estatuto da Ucrânia como país candidato! Passo a passo, estamos nos aproximando da adesão plena à Aliança", escreveu Geraschenko na sua página do Facebook. De acordo com ela, esse reconhecimento foi há pouco tornado público no site do bloco militar. 


Militares ucranianos durante manobras internacionais Rapid Trident-2016 (foto de arquivo)
Militares ucranianos © Sputnik/ Stringer

Em dezembro de 2014, os deputados da Suprema Rada adotaram emendas às leis que anteriormente estabeleciam o status da Ucrânia como país não-alinhado. Em junho de 2016, a entrada do país na OTAN foi oficialmente reconhecida como meta da política externa do país.

Em conformidade com os acordos entre Kiev e Bruxelas, a Ucrânia deve assegurar, até 2020, a plena compatibilidade de suas Forças Armadas com as da Aliança Atlântica.


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