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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Zarif diz que a ocupação israelense da Palestina não durará muito

O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Mohammad Javad Zarif, diz que a ocupação israelense da Palestina não durará muito.


Pars Today

Zarif fez as observações através da sua conta oficial do twitter no final da terça-feira em resposta às reivindicações feitas pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que tinha dito que o Irã era responsável pelas “amarguras e situação escura" no Oriente Médio. "Apesar das afirmações de Netanyahu, o fato é que a ocupação ilegal está no cerne da maioria das calamidades da nossa região. Historicamente, a ocupação de outras terras nunca foi sustentável e para sempre. Esta ocupação também - e o sistema de apartheid que a perpetua - não duraria muito", disse Zarif.


Zarif diz que a ocupação israelense da Palestina não durará muito
Ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Mohammad Javad Zarif | Reprodução

No início do dia, Netanyahu criticou que o Irã está aumentando sua influência no Oriente Médio e busca dominar países regionais como a Síria e o Iêmen, o Líbano e o Iraque.

"O Irã está construindo um império agressivo: Irã, Iraque, Síria, Líbano, Gaza, Iêmen, mais por vir", disse ele em Washington na terça-feira, enquanto se dirigia ao Comitê de Assuntos Públicos Americanos de Israel (AIPAC). Ele também afirmou que o acordo nuclear, oficialmente conhecido como Plano Integral de Ação Conjunta (JCPOA) tornou o programa nuclear de Teerã mais perigoso.

Netanyahu também saudou a ameaça da administração dos EUA de se retirar do acordo nuclear assinado em 2015, descrevendo o acordo como uma grande ameaça para a paz na região. Ele afirmou que Teerã está buscando desenvolver mísseis nucleares.

O Irã e os países P5 + 1 - nomeadamente os EUA, Rússia, China, França e Grã-Bretanha, além da Alemanha - finalizaram o acordo nuclear em julho de 2015 e começaram a implementá-lo em janeiro de 2016.

No âmbito do acordo, o Irã comprometeu-se a aplicar certos limites a seu programa da energia nuclear em troca do encerramento de todas as sanções relacionadas.

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