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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Almirante sobre ações da Ucrânia no mar de Azov: Marinha russa pode usar armas para defesa

Os marinheiros da Frota do Mar Negro estão prontos para defender a navegação comercial russa na bacia do mar de Azov no âmbito de suas competências: em águas neutrais eles têm o direito de usar armas, afirmou nesta terça-feira (3) o ex-comandante da Frota do Báltico, almirante Vladimir Valuev.


Sputnik

O almirante comentou as informações sobre a Frota do Mar Negro estar estudando as possibilidades de garantir a segurança dos navios russos nos mares Negro e de Azov na sequência da detenção da embarcação russa Nord pela guarda costeira ucraniana.


Navios da Frota do Mar Negro durante ensaio para a festa dos 70 anos da vitória sobre a Alemanha nazista.
Navios russos da Frota do Mar Negro © Sputnik/ Vasiliy Batanov

"Trata-se de uma iniciativa anormal das autoridades ucranianas que exige ser combatida usando todos os métodos possíveis", assinalou Valuev em entrevista à Sputnik.

O almirante destacou que existem normas que regulam a navegação dos navios em águas neutrais e, conforme a convenção internacional, todos os países têm direito de passar por elas sem violarem as águas territoriais de outros.

Contudo, segundo Valuev, de vez em quando há países que inventam suas próprias regras especiais.

"A extensão das águas territoriais deve corresponder às capacidades do país de defendê-las. Pode ser três milhas, ou doze milhas", explicou.

Ele opinou, quanto à detenção do navio russo, que as autoridades de Kiev "começam a fazer porcaria e a inventar coisas contradizendo o bom sendo e as regras internacionais".

Valuev adicionou que em águas neutrais as embarcações civis podem se fazer acompanhar por um navio militar.

"Como uma embarcação civil, tal como um navio militar, possuem o direito de extraterritorialidade [são isentos da jurisdição da lei local] e imunidade, eles têm o direito de se defenderem de ataques", assinalou o almirante, acrescentando que há várias formas de efetuar tal tipo de defesa.

"O navio militar pode proteger as embarcações acompanhadas enviando sinais de advertência pelos canais diplomáticos, pode efetuar tiros de aviso e pode até mesmo recorrer ao uso das armas contra os descarados", ressaltou o almirante.

No dia 26 de março, os guardas-costeiros ucranianos detiveram a embarcação de pesca russa Nord, acusando a tripulação de violar a fronteira marítima. O navio foi apreendido e enviado ao porto ucraniano de Berdyansk. Moscou exige que a Ucrânia lhe devolva a embarcação e liberte os tripulantes.

Segundo relatou o capitão do navio, Vladimir Gorbin, os guarda-fronteiras prometeram libertar os tripulantes detidos caso eles apresentem bilhetes de identidade ucranianos. Enquanto isso, Gorbin assinalou que o cônsul russo teve negado o acesso à tripulação sob pretexto que na embarcação não há cidadãos da Rússia.

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