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Seul celebra decisão de Pyongyang em suspender testes nucleares e de mísseis

Presidente sul-coreano Moon Jae-in e o líder norte-coreano Kim Jong-un irão se encontrar na próxima sexta-feira (27).
EFE

O governo da Coreia do Sul qualificou neste sábado (21) como um "progresso significativo" para a desnuclearização da Coreia do Norte a decisão do regime de Pyongyang de suspender os seus testes atômicos e de mísseis, assim como o fechamento de seu centro de testes nucleares.

Em um comunicado enviado pelo gabinete presidencial sul-coreano, Seul considerou que "a decisão da Coreia do Norte é significativa para a desnuclearização da península coreana" e disse, além disso, que "ajudará a criar um ambiente muito positivo para o sucesso das próximas cúpula intercoreana e entre o Norte e Estados Unidos".

O governo sul-coreano se comprometeu em preparar o iminente encontro entre seu presidente, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, previsto para o próximo dia 27, de modo a "liderar o caminho para a desnuclearização e paz duradour…

'Ameaças à paz internacional': Rússia convoca Conselho de Segurança da ONU

A Rússia convocou para esta segunda-feira (9) uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir ameaças à paz e à segurança internacionais, afirmou no domingo (8) a Missão Permanente da Rússia na ONU.


Sputnik

Assim, o Conselho de Segurança da ONU realizará duas reuniões nesta segunda-feira (9). A reunião iniciada pela Rússia ocorrerá primeiro, e após seu término o Conselho de Segurança passará a discutir a situação na Síria.


Sessão do Conselho de Segurança da ONU
Conselho de Segurança da ONU © REUTERS/ Mike Segar

Ainda no domingo (8), 9 dos 15 membros do Conselho de Segurança da ONU pediram a convocação de uma reunião de emergência para discutir relatos de um suposto uso de armas químicas na Síria.

No sábado (7), vários meios de comunicação, citando militantes sírios, acusaram Damasco de usar armas químicas na cidade de Duma, no leste da Ghouta, na Síria.

O assessor de segurança interna do presidente dos EUA, Donald Trump, Tom Bossert, disse no domingo (8) que não descarta ações militares contra o governo sírioem forma de retaliação. Ao mesmo tempo, Trump acusou a Rússia e o Irã de apoiarem o líder sírio Bashar Assad.

Também no domingo (8), o Centro de Reconciliação Síria do Ministério da Defesa da Rússia refutou os relatórios sobre o uso de uma bomba de cloro em Duma, acrescentando que a Rússia estava pronta para enviar seus especialistas para coletar dados que confirmariam a natureza artificial das declarações.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que as acusações sobre o suposto uso de armas químicas pelas forças do governo sírio visavam encobrir os terroristas e justificar uma possível ação militar externa.

O ministério alertou contra qualquer ação militar baseada em relatórios improvisados e fabricados, acrescentando que isso pode ter conseqüências severas.

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