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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

Após ataques militares à Síria, Guterres pede a países que evitem escalar situação (VIDEO)

Em nota, emitida pouco depois de o presidente dos Estados Unidos informar que havia autorizado bombardeios à Síria, António Guterres pede moderação aos países membros do Conselho de Segurança e diz que órgão tem que cumprir com sua responsabilidade.


ONU

O secretário-geral da ONU informou que está acompanhando de perto relatos de bombardeios à Síria, conduzidos por Estados Unidos, França e Reino Unido.


Secretário-geral da ONU, António Guterres. | ONU/Loey Felipe

O anúncio foi feito, em cadeia de TV, pelo presidente americano, Donald Trump. O presidente citou um suposto uso de armas químicas na cidade de Duma, perto da capital Damasco, como causa para o ataque.


Lei internacional

António Guterres lembrou que existe uma obrigação, especialmente quando se trata de temas de paz e segurança, de agir de forma consistente com a Carta da ONU e a lei internacional.

O chefe das Nações Unidas afirmou que a Carta é muito clara. Ele explicou que o Conselho de Segurança tem a responsabilidade primária de manter a paz e a segurança internacionais.

Guterres pediu a todos os países do Conselho que se unam e cumpram com sua responsabilidade. Ele disse que todos têm de demonstrar moderação com o que chamou de circunstâncias perigosas.

Para ele, é preciso evitar quaisquer atos que possam escalar a situação e piorar o sofrimento do povo .
Mecanismo

Guterres afirmou que o uso de armas químicas é repugnante e que o sofrimento causado é terrível.

Ele expressou, várias vezes, a profunda decepção com a falta de união do Conselho de Segurança sobre o tema na aprovação de uma resolução. O objetivo era adotar um mecanismo de prestação de contas sobre o uso dessas armas.

O secretário-geral terminou pedindo ao Conselho que assuma suas responsabilidades preenchendo o vácuo.

António Guterres prometeu continuar envolvido na busca de uma solução com os países-membro do Conselho.


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