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Revista americana compara táticas de uso de robôs militares da Rússia e dos EUA

Depois dos testes do veículo de combate robótico Uran-9 na Síria, especialistas militares dos EUA analisaram o papel e o conceito de utilização de robôs em combate, tendo ainda comparado as caraterísticas dos robôs militares russos e norte-americanos.
Sputnik

Antes de tudo, o analista militar Charlie Gao da revista The National Interest prestou atenção à diferença fundamental na filosofia de planejamento militar dos EUA e da Rússia. 

Por exemplo, o Pentágono destaca cinco aplicações potenciais dos robôs. Entre elas estão a vigilância, o abastecimento de tropas, o apoio às tarefas cognitivas e físicas dos soldados, o aumento das capacidades de manobra, bem como a proteção das Forças Armadas. O exército norte-americano utiliza os robôs principalmente em tarefas auxiliares e de transporte de cargos.

Por sua vez, o Estado-Maior russo prevê usar os robôs em missões ofensivas, em ataques de vanguarda ou para neutralizar as posições do adversário em colaboração com as tropas convencionais.

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Armada da Bolívia estuda alternativas para uma saída ao Atlântico

O site infodefensa.com informou que o comandante-geral da Armada da Bolívia, vice-almirante Flavio Gustavo Arce San Martin, inaugurou em 24 de abril, o Centro de Estudios Estratégicos (Ceeab). 


Poder Naval

O novo instituto, localizado na cidade de La Paz, terá como missão estudar os interesses marítimos bolivianos e analisar as várias possibilidades para um caminho alternativo da Bolívia ao Oceano Atlântico.

O comandante da Armada da Bolívia na inauguração do CEEAB
O comandante da Armada da Bolívia na inauguração do CEEAB

O Almirante Arce San Martin deixou muito claro esses objetivos na cerimônia de abertura: “O Centro de Estudos Estratégicos da Marinha boliviana vai estudar interesses marítimos e saída alternativa pelo Oceano Atlântico.”

O almirante disse que, para cumprir o objetivo da nova instituição naval, atividades que visam observar a Hidrovia Paraguai-Paraná como uma saída para o Atlântico.

Da mesma forma, pesquisadores civis e militares vão estudar o desenvolvimento, proteção e gestão dos interesses marítimos, casos relativos a gestão portuária e transporte. Além de gestão portuária e tudo relacionado à segurança e defesa nacional.

“Queremos analisar a história e fazer a análise de toda a documentação coletada neste processo, tanto civis como militares,” disse o almirante Arce.

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