Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Armada da Bolívia estuda alternativas para uma saída ao Atlântico

O site infodefensa.com informou que o comandante-geral da Armada da Bolívia, vice-almirante Flavio Gustavo Arce San Martin, inaugurou em 24 de abril, o Centro de Estudios Estratégicos (Ceeab). 


Poder Naval

O novo instituto, localizado na cidade de La Paz, terá como missão estudar os interesses marítimos bolivianos e analisar as várias possibilidades para um caminho alternativo da Bolívia ao Oceano Atlântico.

O comandante da Armada da Bolívia na inauguração do CEEAB
O comandante da Armada da Bolívia na inauguração do CEEAB

O Almirante Arce San Martin deixou muito claro esses objetivos na cerimônia de abertura: “O Centro de Estudos Estratégicos da Marinha boliviana vai estudar interesses marítimos e saída alternativa pelo Oceano Atlântico.”

O almirante disse que, para cumprir o objetivo da nova instituição naval, atividades que visam observar a Hidrovia Paraguai-Paraná como uma saída para o Atlântico.

Da mesma forma, pesquisadores civis e militares vão estudar o desenvolvimento, proteção e gestão dos interesses marítimos, casos relativos a gestão portuária e transporte. Além de gestão portuária e tudo relacionado à segurança e defesa nacional.

“Queremos analisar a história e fazer a análise de toda a documentação coletada neste processo, tanto civis como militares,” disse o almirante Arce.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas