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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Armada da Bolívia estuda alternativas para uma saída ao Atlântico

O site infodefensa.com informou que o comandante-geral da Armada da Bolívia, vice-almirante Flavio Gustavo Arce San Martin, inaugurou em 24 de abril, o Centro de Estudios Estratégicos (Ceeab). 


Poder Naval

O novo instituto, localizado na cidade de La Paz, terá como missão estudar os interesses marítimos bolivianos e analisar as várias possibilidades para um caminho alternativo da Bolívia ao Oceano Atlântico.

O comandante da Armada da Bolívia na inauguração do CEEAB
O comandante da Armada da Bolívia na inauguração do CEEAB

O Almirante Arce San Martin deixou muito claro esses objetivos na cerimônia de abertura: “O Centro de Estudos Estratégicos da Marinha boliviana vai estudar interesses marítimos e saída alternativa pelo Oceano Atlântico.”

O almirante disse que, para cumprir o objetivo da nova instituição naval, atividades que visam observar a Hidrovia Paraguai-Paraná como uma saída para o Atlântico.

Da mesma forma, pesquisadores civis e militares vão estudar o desenvolvimento, proteção e gestão dos interesses marítimos, casos relativos a gestão portuária e transporte. Além de gestão portuária e tudo relacionado à segurança e defesa nacional.

“Queremos analisar a história e fazer a análise de toda a documentação coletada neste processo, tanto civis como militares,” disse o almirante Arce.

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