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Revista americana compara táticas de uso de robôs militares da Rússia e dos EUA

Depois dos testes do veículo de combate robótico Uran-9 na Síria, especialistas militares dos EUA analisaram o papel e o conceito de utilização de robôs em combate, tendo ainda comparado as caraterísticas dos robôs militares russos e norte-americanos.
Sputnik

Antes de tudo, o analista militar Charlie Gao da revista The National Interest prestou atenção à diferença fundamental na filosofia de planejamento militar dos EUA e da Rússia. 

Por exemplo, o Pentágono destaca cinco aplicações potenciais dos robôs. Entre elas estão a vigilância, o abastecimento de tropas, o apoio às tarefas cognitivas e físicas dos soldados, o aumento das capacidades de manobra, bem como a proteção das Forças Armadas. O exército norte-americano utiliza os robôs principalmente em tarefas auxiliares e de transporte de cargos.

Por sua vez, o Estado-Maior russo prevê usar os robôs em missões ofensivas, em ataques de vanguarda ou para neutralizar as posições do adversário em colaboração com as tropas convencionais.

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Assad: países que atacam Síria apoiam terroristas

O grupo de países que atacou a Síria nas últimas semanas apoiam os radicais islâmicos desde o início da guerra no Iraque e não combatem o terrorismo, disse o presidente sírio, Bashar Assad, durante uma reunião com o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Husein Yaber Ansari.


Sputnik

"Os Estados, e grupos que atuam como seus instrumentos nos países da região, apoiaram terroristas desde o primeiro dia da guerra na Síria. A sua recente agressão direta não vai impedir o combate contra o terrorismo, que vai continuar até que todas as terras sírias sejam libertadas", declarou Assad, segundo sua assessoria de imprensa.


Presidente da Síria, Bashar Assad
© Sputnik / Assessoria de imprensa de Bashar Assad

Já o ministro iraniano afirmou que o ataque dos EUA, França e Reino Unido foi motivado pelo sucesso do exército sírio e de seus aliados na luta contra o terrorismo e pelo medo desses países de que esses êxitos fossem multiplicados.

Em meados de abril, os Estados Unidos, o Reino Unido e a França atacaram várias instalações sírias, supostamente envolvidas em um programa clandestino de armas químicas.

De acordo com o Pentágono, o ataque foi uma retaliação ao alegado uso de armamentos químicos na cidade de Douma.

O ministério da Defesa da Rússia acredita que os EUA e seus aliados dispararam de cem mísseis de cruzeiro em seu ataque conta a Síria. A maioria dos mísseis foi interceptada por sistemas de defesa aérea local, que opera com os equipamentos russos de modelo S-125, S-200, Buk, Kvadrat, Osa e Strela.

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