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EUA vão suspender Tratado INF se Rússia não cumprir acordo, diz vice-secretário de Estado

Os EUA vão suspender suas obrigações no Tratado INF, que trata a respeito armas nucleares de médio alcance, no dia 2 de fevereiro se a Rússia não apresentar provas de que está cumprindo o acordo, disse o vice-secretário de Estado.
Sputnik

Em outubro, o presidente dos EUA anunciou que seu país abandonaria o Tratado INF, assinado pelos Estados Unidos e pela União Soviética em 1987.


Trump argumentou que Moscou estava desenvolvendo mísseis que violam esse pacto.

Em 4 de dezembro, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que Washington suspenderia sua adesão ao INF no prazo de 60 dias se a Rússia não voltasse a cumprir suas obrigações.

No entanto, a Rússia nega categoricamente todas as acusações. O líder russo, Vladimir Putin, declarou que Moscou se opõe à violação do Tratado INF, mas responderá se isso acontecer.

Ataque de Israel foi reação ao sucesso da Síria no combate ao terrorismo, diz Damasco

O Ministério da Defesa da Rússia informou na segunda-feira (7) que dois jatos israelenses F-15 realizaram um ataque contra a base T-4 da Síria, confirmando os relatos da mídia síria de que a instalação havia sofrido um ataque com mísseis.


Sputnik

O Ministério das Relações Exteriores da Síria chamou o ataque das forças israelenses contra a base síria na província de Homs de uma reação indireta aos êxitos das forças de Damasco na luta contra o terrorismo. O ministério ainda fez uma observação de que Damasco se reserva o direito de defender seu território.


Soldados do exército sírio na entrada para Harasta, Síria
Militares sírios © REUTERS/ Omar Sanadiki

"O ataque israelense constitui uma resposta indireta ao sucesso do Exército Árabe Sírio na eliminação de grupos terroristas armados dos subúrbios de Damasco Damasco e outras áreas sírias. Esses grupos ajudaram a matar o povo sírio, seqüestrar civis e usá-los como escudos humanos. Mil conchas em apenas três meses levaram à morte de 155 cidadãos e feriram 865 civis, a maioria mulheres e crianças ".

O ministério ainda fez uma observação de que Damasco se reserva o direito de defender seu território.

"A Síria tem o direito defender sua população, território e soberania por todos os meios disponíveis, em conformidade com a Carta da ONU e o direito internacional".

O ministério também advertiu Israel sobre as graves consequências do contínuo apoio a organizações terroristas armadas e à ocupação de territórios árabes, incluindo as colinas de Golã.

O comunicado também critica os EUA por seu apoio à "abordagem agressiva e perigosa" de Israel.

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