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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Ataque do Boko Haram deixa mortos e feridos na Nigéria

20 pessoas morreram e mais de 80 ficaram feridas em Maiduguri, a maior cidade do nordeste do país.


France Presse


Ataques do grupo radical islâmico Boko Haram deixaram 20 pessoas morreram desde sexta-feira (30) em Maiduguri, cidade do estado de Borno, nordeste da Nigéria. As ações dos jihadistas se intensificaram durante o fim de semana de Páscoa.

Homem chora ao ver corpos sendo carregados para hospital após ataque atribuído ao Boko Haram em Maiduguri, na Nigéria (Foto: Ahmed Kingimi/ Reuters)
Homem chora ao ver corpos sendo carregados para hospital após ataque atribuído ao Boko Haram em Maiduguri, na Nigéria (Foto: Ahmed Kingimi/ Reuters)

Na sexta-feira, quatro mulheres-bomba, com idades entre 13 e 18 anos, mataram duas pessoas no campo de deslocados de Zawuya, nos arredores de Maiduguri.

O uso de mulheres-bomba, sobretudo jovens, é uma marca da facção do Boko Haram liderada por Abubakar Shekau.

A cidade de Maiduguri, de quase três milhões de habitantes, incluindo milhares de pessoas deslocadas pelo conflito no país, está 'cercada' por uma “muralha de areia” em uma tentativa de evitar uma incursão do grupo jihadista.

No domingo (1º), o Boko Haram atravessou essas ‘muralhas de areia’ e os fossos que cercam Maiduguri, que é a maior cidade do nordeste do país. À noite, um ataque deixou 18 mortos e 84 feridos, anunciou nesta segunda-feira a agência local de gestão de emergências (SEMA).

"No momento registramos 18 corpos nas áreas de Bale Shuwa e Bale Kura (na periferia de Maiduguri). As pessoas foram assassinadas quando tentavam escapar da troca de tiros entre rebeldes e militares", afirmou Benlo Dambatto, diretor da SEMA.

"Agora seguimos para outro bairro da periferia, Alikaranti, onde dois homens-bomba foram mortos pelo exército antes de um ataque", completou Dambatto.

O ataque aconteceu por volta das 20h30 locais (16h30 de Brasília) de domingo. Os combates entre o exército e o grupo jihadista duraram quase uma hora, segundo fontes militares.

Capital de Borno

Os combatentes tentaram realizar uma ação na capital do estado de Borno com um ataque a uma base militar na entrada da cidade, com homens-bomba e armas de fogo, disse um oficial que pediu anonimato.

"Dezoito (combatentes) chegaram a pé para atacar a base, enquanto sete homens-bomba atacaram os civis em Bale Shuwar e Alikaranti", disse a fonte.

A última grande tentativa de incursão na capital do estado de Borno, berço da seita islâmica radical, tinha acontecido na semana do Natal.

Negociação

As autoridades nigerianas anunciaram na semana passada que estão negociando com o grupo rival ao de Shekau, liderado por Abu Mosab Al Barnaui, que sequestrou e depois libertou uma centena de estudantes de Dapchi, no estado vizinho de Yobe.

"O governo está mais disposto do que nunca a aceitar a entrega incondicional de armas de todos os membros do grupo Boko Haram que demonstrem sua determinação", disse o presidente Muhammadu Buhari após um encontro com as meninas libertadas.

O anúncio aumentou a esperança de paz após 10 anos de conflito, mas também revela as divisões dentro do grupo extremista.

O conflito entre o grupo e o exército deixou mais de 20.000 mortos desde 2009 e 1,6 milhão de pessoas deslocadas que ainda não conseguiram voltar para suas casas.

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