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Israel prende o governador palestino de Jerusalém

Motivo da detenção foram crimes cometidos na Cisjordânia ocupada, segundo a Organização para a Libertação da Palestina.
France Presse

Israel prendeu o governador palestino de Jerusalém por crimes que teria cometido na Cisjordânia ocupada, que não foram especificados, informou a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

O governador Adnan Gheith foi detido no sábado (20) à noite no bairro palestino de Beit Hanina, em Jerusalém Oriental, ocupada e anexada por Israel. Será apresentado a um tribunal dentro de quatro dias, afirma a OLP em um comunicado.

Para o dirigente da OLP Saeb Erakat, a detenção é "um novo passo contra a presença palestina em Jerusalém" e constitui uma violação da legislação israelense a respeito das instituições palestinas da cidade.

"As ameaças contra dirigentes palestinos, sua detenção, inclusive o 'sequestro' do governador Gheith, são parte de um plano que pretende sufocar todas as bases de uma solução política com dois Estados e com as f…

Ataque mata 26 combatentes pró-governo na Síria

Bombardeios 'provavelmente israelenses' foram disparados contra uma base militar na província de Hama.


France Presse

Ao menos 26 combatentes leais ao governo sírio, em sua maioria iranianos, morreram no domingo em um ataque com mísseis contra uma base militar na Síria, anunciou nesta segunda-feira (30) a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

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Bombardeios mataram 26 combatentes pró-governo / STRINGER / AFP

Os bombardeios, "provavelmente israelenses", contra a Brigada 47, uma base militar na província central de Hama, mataram 26 combatentes pró-governo, afirmou o OSDH.

No domingo à noite, a imprensa estatal citou uma "nova agressão com mísseis inimigos contra posições militares nas províncias de Hama e Alepoo".

"Ao menos 26 combatentes morreram, entre eles quatro sírios. Os outros são combatentes estrangeiros, em sua maioria iranianos", disse à AFP o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman.

"Pelo tipo do alvo, provavelmente foram bombardeios israelenses", completou Rahman.

Tanto no aeroporto militar da província de Aleppo (norte) como na Brigada 47, os bombardeios apontaram contra "depósitos de mísseis terra-terra", disse.

Em Israel, o ministro dos Transportes, Yisrael Katz, diretor do serviço de inteligência, afirmou que não estava a par do assunto.

Katz acrescentou, no entanto, a que "a violência e a instabilidade na Síria são o resultado das tentativas do Irã de implantar-se militarmente neste país".

"Israel não permitirá a abertura de uma frente norte na Síria", advertiu Katz, que integra o gabinete de segurança israelense.

Israel não confirma, com algumas exceções, suas operações militares na Síria.

Desde o início da guerra na Síria em 2011, Israel realizou vários ataques aéreos contra alvos no país, especialmente contra o Hezbollah.

Israel e Síria estão oficialmente em estado de guerra e suas relações ficaram ainda mais tensas nos últimos anos, já que três inimigos de Israel atuam no conflito sírio: o próprio regime de Damasco, o Irã e o grupo libanês Hezbollah.

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