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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Ataque mata 26 combatentes pró-governo na Síria

Bombardeios 'provavelmente israelenses' foram disparados contra uma base militar na província de Hama.


France Presse

Ao menos 26 combatentes leais ao governo sírio, em sua maioria iranianos, morreram no domingo em um ataque com mísseis contra uma base militar na Síria, anunciou nesta segunda-feira (30) a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

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Bombardeios mataram 26 combatentes pró-governo / STRINGER / AFP

Os bombardeios, "provavelmente israelenses", contra a Brigada 47, uma base militar na província central de Hama, mataram 26 combatentes pró-governo, afirmou o OSDH.

No domingo à noite, a imprensa estatal citou uma "nova agressão com mísseis inimigos contra posições militares nas províncias de Hama e Alepoo".

"Ao menos 26 combatentes morreram, entre eles quatro sírios. Os outros são combatentes estrangeiros, em sua maioria iranianos", disse à AFP o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman.

"Pelo tipo do alvo, provavelmente foram bombardeios israelenses", completou Rahman.

Tanto no aeroporto militar da província de Aleppo (norte) como na Brigada 47, os bombardeios apontaram contra "depósitos de mísseis terra-terra", disse.

Em Israel, o ministro dos Transportes, Yisrael Katz, diretor do serviço de inteligência, afirmou que não estava a par do assunto.

Katz acrescentou, no entanto, a que "a violência e a instabilidade na Síria são o resultado das tentativas do Irã de implantar-se militarmente neste país".

"Israel não permitirá a abertura de uma frente norte na Síria", advertiu Katz, que integra o gabinete de segurança israelense.

Israel não confirma, com algumas exceções, suas operações militares na Síria.

Desde o início da guerra na Síria em 2011, Israel realizou vários ataques aéreos contra alvos no país, especialmente contra o Hezbollah.

Israel e Síria estão oficialmente em estado de guerra e suas relações ficaram ainda mais tensas nos últimos anos, já que três inimigos de Israel atuam no conflito sírio: o próprio regime de Damasco, o Irã e o grupo libanês Hezbollah.

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