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Coreia do Sul e EUA retomarão busca de militares desaparecidos

Comandos militares da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) e dos EUA acordaram hoje a retomada da busca dos soldados considerados desaparecidos nesta região durante o período de guerra 1950-1953.
Por Benito Joaquín | Prensa Latina
Panmunjom, RPDC - O ato ficou pactuado durante os diálogos com os quais se retomaram os encontros de alto nível entre chefes militares de Pyongyang e Washington, suspensos há anos, soube a Prensa Latina.
Durante o primeiro triênio da segunda metade do século passado morreram mais de 33 mil soldados e oficiais estadunidenses, segundo cifras oficiais.

Os restos mortais de cerca de 16 por cento desse total de militares mortos não foram encontrados nas buscas realizadas na RPDC entre 1996 e 2005 ou anteriormente.

Os especialistas forenses só detectaram nos antigos palcos de guerra ao norte daqui, os restos de aproximadamente 220 militares norte-americanos.

Em Washington, o secretário de Estado, Mike Pompeo, assegurou que 16 por cento dos corpos dos que morre…

Autoridade ucraniana: Rússia consegue ocupar países Bálticos em 3 horas

O chefe da administração militar e civil de Donetsk, Pavel Zhebrivsky, declarou que, em caso de uma "guerra híbrida" com a Rússia, OTAN não terá tempo de socorrer os Países Bálticos. Segundo ele, a "posicionamento ativo" dos Países Bálticos acerca do conflito em Donbass é motivado pelo medo de um eventual ataque por parte de Moscou.


Sputnik

"Quando começou a guerra em território de Donetsk e Lugansk, eles se assustaram. Os Países Bálticos — Lituânia, Letônia e Estônia — se posicionaram de forma mais ativa. Soaram os alarmes. E eles são membros da União Europeia e da OTAN", disse a autoridade em uma entrevista para a emissora 112 Ukraina. 


Ensaio para a parada do dia da Marinha da Rússia em Baltiysk. A Frota do Báltico.
Frota do Báltico da Marinha da Rússia em desfilie militar © Sputnik/ Igor Zarembo

Zhebrivsky disse que os Países Bálticos entendem que, se a "Rússia decidir iniciar uma guerra híbrida, bastarão de três a seis horas para ocupar a Lituânuia e a Letônia".

"As forças da OTAN não vão conseguir ajudar a tempo. Por isso a Rússia vai dialogar com eles de uma posição de força", disse o chefe da administração.

Diversos políticos dos Países Bálticos alertam para "ameaça" russa. Kremlin, por outro lado, sempre reitera que os países da OTAN sabem que Moscou não tem planos de atacar e recorrem ao mito da ameaça russa para justificar a remessa de tropas para a fronteira com a Rússia.

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