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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

Autoridade ucraniana: Rússia consegue ocupar países Bálticos em 3 horas

O chefe da administração militar e civil de Donetsk, Pavel Zhebrivsky, declarou que, em caso de uma "guerra híbrida" com a Rússia, OTAN não terá tempo de socorrer os Países Bálticos. Segundo ele, a "posicionamento ativo" dos Países Bálticos acerca do conflito em Donbass é motivado pelo medo de um eventual ataque por parte de Moscou.


Sputnik

"Quando começou a guerra em território de Donetsk e Lugansk, eles se assustaram. Os Países Bálticos — Lituânia, Letônia e Estônia — se posicionaram de forma mais ativa. Soaram os alarmes. E eles são membros da União Europeia e da OTAN", disse a autoridade em uma entrevista para a emissora 112 Ukraina. 


Ensaio para a parada do dia da Marinha da Rússia em Baltiysk. A Frota do Báltico.
Frota do Báltico da Marinha da Rússia em desfilie militar © Sputnik/ Igor Zarembo

Zhebrivsky disse que os Países Bálticos entendem que, se a "Rússia decidir iniciar uma guerra híbrida, bastarão de três a seis horas para ocupar a Lituânuia e a Letônia".

"As forças da OTAN não vão conseguir ajudar a tempo. Por isso a Rússia vai dialogar com eles de uma posição de força", disse o chefe da administração.

Diversos políticos dos Países Bálticos alertam para "ameaça" russa. Kremlin, por outro lado, sempre reitera que os países da OTAN sabem que Moscou não tem planos de atacar e recorrem ao mito da ameaça russa para justificar a remessa de tropas para a fronteira com a Rússia.

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