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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

Avaliação inicial dos EUA não culpa a Síria por ataque químico

Uma avaliação inicial dos Estados Unidos não determinou se um ataque químico na cidade síria de Douma foi realizado por forças do governo sírio, informou a Reuters.


Pars Today

A avaliação também sugeriu que um agente nunca foi usado no ataque suspeito de envenenamento, mas mais evidências foram necessárias para determinar o tipo de agente, disseram fontes do governo americano à agência de notícias.


Avaliação inicial dos EUA não culpa a Síria por ataque químico
Síria | Reprodução

Em um tweet no domingo, o presidente Donald Trump culpou o governo sírio e a Rússia pelo incidente químico de sábado no subúrbio de Damasco e alertou sobre "um grande preço".

Damasco rejeitou fortemente a alegação de usar munições químicas e disse que o chamado grupo terrorista Jaish al-Islam, que tem presença dominante em Douma, estava espalhando as acusações "em uma tentativa flagrante de impedir o avanço do Exército".

Trump também chamou o presidente russo, Vladimir Putin, por seu papel no conflito da Síria, que acabou de entrar em seu oitavo ano.

O presidente dos Estados Unidos e seu colega francês, Emmanuel Macron, concordaram em um telefonema dizendo que armas químicas foram usadas em Douma.

"Ambos os líderes condenaram veementemente os terríveis ataques com armas químicas na Síria e concordaram que o regime de Assad deve ser responsabilizado por seus contínuos abusos aos direitos humanos", disse um comunicado da Casa Branca.

Enquanto isso, o Departamento de Estado disse na segunda-feira que estava consultando os aliados dos EUA sobre uma possível resposta, ressaltando que "haverá consequências para essa atrocidade inaceitável".

O secretário de Defesa, James Mattis, disse a repórteres em Washington que ele não descartaria uma ação militar como ataques aéreos se fosse determinado que o governo sírio era responsável.

Mattis acusou a Rússia de ficar aquém de suas obrigações para garantir que a Síria abandonasse suas capacidades de armas químicas.

"A primeira coisa que temos que ver é por que armas químicas ainda estão sendo usadas quando a Rússia é a garantia da remoção de todas as armas químicas", disse ele.

Damasco rejeitou fortemente a alegação de usar munições químicas e disse que o chamado grupo terrorista Jaish al-Islam, que tem presença dominante em Douma, estava espalhando as acusações "em uma tentativa flagrante de impedir o avanço do Exército".

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