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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Aviação do Exército Brasileiro recebe certificados e suplementos de voo do helicóptero AS365K2 Super Pantera

Com testes iniciados pela Aviação do Exército (AvEx) em 2014, o helicóptero AS365K2 “Super Pantera” recebeu o certificado e suplementos de voo no dia 16 de abril de 2018, após voo de comprovação com autoridade aeronáutica responsável pela certificação.


Poder Aéreo

Taubaté (SP) – Os testes foram realizados em todo o território nacional e, ao término, foram identificadas algumas oportunidades de melhoria ao projeto. Um dos aspectos que chamou a atenção da equipe do Grupo de Ensaios e Avaliações (GEA) foi o fato de que uma aeronave tão moderna e com tantas capacidades apresentava restrições à realização de procedimentos de aproximação sobre Instruments Flight Rules (IFR), utilizando o sistema de GPS da aeronave.

Helicóptero AS365K2 Super Pantera
Helicóptero AS365K2 Super Pantera

Após algumas dificuldades na resolução do problema, principalmente em relação ao procedimento de certificação, o GEA passou a estudar e estabelecer um Programa de Certificação baseado nas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Em três meses, com a finalização dos estudos, procedeu-se aos voos de ensaios e à produção do relatório. Foram utilizadas rotas entre Taubaté, Ribeirão Preto, Arealva (Bauru), Campinas, São José dos Campos e Guaratinguetá (todas no estado de São Paulo).

Situações diversas foram testadas, como as condições de voo, limites de desvio, procedimentos em caso de falha de sistema de piloto automático, ações em caso de pane elétrica total e parcial, além de detalhes de ergonomia (campo visual ótimo, máximo e alcances funcionais).

Com todo o procedimento e os estudos, foi gerada uma economia para o orçamento do Exército de aproximadamente US$ 2,9 milhões de dólares, considerando a certificação para toda a frota.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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