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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Aviação do Exército Brasileiro recebe certificados e suplementos de voo do helicóptero AS365K2 Super Pantera

Com testes iniciados pela Aviação do Exército (AvEx) em 2014, o helicóptero AS365K2 “Super Pantera” recebeu o certificado e suplementos de voo no dia 16 de abril de 2018, após voo de comprovação com autoridade aeronáutica responsável pela certificação.


Poder Aéreo

Taubaté (SP) – Os testes foram realizados em todo o território nacional e, ao término, foram identificadas algumas oportunidades de melhoria ao projeto. Um dos aspectos que chamou a atenção da equipe do Grupo de Ensaios e Avaliações (GEA) foi o fato de que uma aeronave tão moderna e com tantas capacidades apresentava restrições à realização de procedimentos de aproximação sobre Instruments Flight Rules (IFR), utilizando o sistema de GPS da aeronave.

Helicóptero AS365K2 Super Pantera
Helicóptero AS365K2 Super Pantera

Após algumas dificuldades na resolução do problema, principalmente em relação ao procedimento de certificação, o GEA passou a estudar e estabelecer um Programa de Certificação baseado nas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Em três meses, com a finalização dos estudos, procedeu-se aos voos de ensaios e à produção do relatório. Foram utilizadas rotas entre Taubaté, Ribeirão Preto, Arealva (Bauru), Campinas, São José dos Campos e Guaratinguetá (todas no estado de São Paulo).

Situações diversas foram testadas, como as condições de voo, limites de desvio, procedimentos em caso de falha de sistema de piloto automático, ações em caso de pane elétrica total e parcial, além de detalhes de ergonomia (campo visual ótimo, máximo e alcances funcionais).

Com todo o procedimento e os estudos, foi gerada uma economia para o orçamento do Exército de aproximadamente US$ 2,9 milhões de dólares, considerando a certificação para toda a frota.

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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