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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Aviões norte-americanos realizam operação de vigilância perto das bases russas na Síria

Sete aviões militares da Força Aérea dos EUA realizaram uma operação de vigilância no Mediterrâneo Oriental perto da costa da Síria, onde se localizam a base aérea russa de Hmeymim e a base de abastecimento e manutenção da Marinha russa em Tartus.


Sputnik

Segundo os dados de monitorização da aviação militar, publicados pelo Mil Radar, trata-se de seis aviões de patrulha antissubmarino P-8A Poseidon que decolaram da base aérea de Sigonella na ilha italiana de Sicília e da aeronave de reconhecimento eletrônico EP-3E ARIES II, que decolou da base na ilha grega de Creta.


Aeronave da Marinha dos EUA, P-8A Poseidon, produzida pela Boeing
Boeing P-8A Poseidon da US Navy © AFP 2018 / CARL COURT / AFP

Anteriormente, o canal de televisão norte-americano CNBC, com referência a uma fonte familiarizada com a situação, informou que os EUA consideram oito instalações sírias como alvos potenciais de seu ataque. Entre elas estão dois aeródromos militares, um centro de pesquisa e uma usina que alegadamente está relacionada à produção de armas químicas.

O presidente dos EUA Donald Trump ainda não tomou uma decisão final sobre como Washington responderá ao suposto ataque químico na cidade síria de Douma, informou a Casa Branca. Trump, por sua vez, declarou na sua conta no Twitter que o ataque contra a Síria "pode ser muito em breve, ou não tão em breve assim".

Reprodução

Reportagens publicadas na semana passada sobre um ataque de forças do governo envolvendo armas químicas levaram os EUA e seus aliados a culpar Damasco e iniciar os preparativos para uma possível resposta militar. O governo sírio negou as acusações.

O Centro Russo de Reconciliação na Síria enviou inspetores a Douma, não encontrando nenhum rastro de uso de armas químicas. Moscou pediu uma investigação independente do incidente.

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