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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Caças da OTAN levantam voo para escoltar avião russo sobre mar Báltico

Aeronaves da OTAN, que estão exercendo regularmente missões de patrulhamento e reconhecimento sobre o mar Báltico, teriam levantado voo uma vez na semana passada para escoltar aviões russos.


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Previamente, o Ministério da Defesa da Rússia declarou que todos os voos das aeronaves russas são realizados em conformidade com as regras internacionais do uso do espaço aéreo sobre águas neutras, sem violar fronteiras de outros Estados.


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Ilyushin Il-20M | Reprodução

"De 16 a 22 de abril, os caças da Força Aérea da OTAN, que estão exercendo regularmente missões de patrulhamento e reconhecimento sobre o mar Báltico, teriam levantado voo uma vez para escoltar aviões militares russos", diz o comunicado do Ministério da Defesa da Lituânia.

Segundo dados do ministério russo, em 16 de abril, os caças da OTAN detectaram e escoltaram avião russo Il-20 que estava em trajeto do território principal da Rússia para seu enclave — região de Kaliningrado.

O comunicado também destaca que "a aeronave voou com o transponder desligado, com plano de voo apresentado com antecedência, já a tripulação manteve contato com o centro regional de coordenação de voos".

Os países bálticos não possuem aviões aptos para patrulhamento aéreo. Por isso, desde abril de 2004 (após sua adesão à OTAN), a vigilância do espaço aéreo tem sido efetuada por aviões dos países-membros da Aliança Atlântica, em conformidade com o princípio de rotação.

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