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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Caças da OTAN levantam voo para escoltar avião russo sobre mar Báltico

Aeronaves da OTAN, que estão exercendo regularmente missões de patrulhamento e reconhecimento sobre o mar Báltico, teriam levantado voo uma vez na semana passada para escoltar aviões russos.


Sputnik

Previamente, o Ministério da Defesa da Rússia declarou que todos os voos das aeronaves russas são realizados em conformidade com as regras internacionais do uso do espaço aéreo sobre águas neutras, sem violar fronteiras de outros Estados.


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Ilyushin Il-20M | Reprodução

"De 16 a 22 de abril, os caças da Força Aérea da OTAN, que estão exercendo regularmente missões de patrulhamento e reconhecimento sobre o mar Báltico, teriam levantado voo uma vez para escoltar aviões militares russos", diz o comunicado do Ministério da Defesa da Lituânia.

Segundo dados do ministério russo, em 16 de abril, os caças da OTAN detectaram e escoltaram avião russo Il-20 que estava em trajeto do território principal da Rússia para seu enclave — região de Kaliningrado.

O comunicado também destaca que "a aeronave voou com o transponder desligado, com plano de voo apresentado com antecedência, já a tripulação manteve contato com o centro regional de coordenação de voos".

Os países bálticos não possuem aviões aptos para patrulhamento aéreo. Por isso, desde abril de 2004 (após sua adesão à OTAN), a vigilância do espaço aéreo tem sido efetuada por aviões dos países-membros da Aliança Atlântica, em conformidade com o princípio de rotação.

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