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EUA vão suspender Tratado INF se Rússia não cumprir acordo, diz vice-secretário de Estado

Os EUA vão suspender suas obrigações no Tratado INF, que trata a respeito armas nucleares de médio alcance, no dia 2 de fevereiro se a Rússia não apresentar provas de que está cumprindo o acordo, disse o vice-secretário de Estado.
Sputnik

Em outubro, o presidente dos EUA anunciou que seu país abandonaria o Tratado INF, assinado pelos Estados Unidos e pela União Soviética em 1987.


Trump argumentou que Moscou estava desenvolvendo mísseis que violam esse pacto.

Em 4 de dezembro, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que Washington suspenderia sua adesão ao INF no prazo de 60 dias se a Rússia não voltasse a cumprir suas obrigações.

No entanto, a Rússia nega categoricamente todas as acusações. O líder russo, Vladimir Putin, declarou que Moscou se opõe à violação do Tratado INF, mas responderá se isso acontecer.

China pede por calma e contenção em relação à questão da Síria

A China manifestou na quinta-feira preocupação com as crescentes tensões na Síria e pediu que todas as partes relacionadas mantenham calma e demonstrem moderação.


Xinhua

Beijing - O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Geng Shuang, fez as declarações em uma entrevista coletiva.

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Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang | Reprodução

De acordo com reportagens da mídia, um funcionário russo disse que seu país está disposto a abater todo e qualquer míssil disparado pelos Estados Unidos contra a Síria. Nos últimos dias os EUA ameaçaram usar forças militares a qualquer momento.

"A China está preocupada com a possibilidade de uma escalada da tensão", afirmou Geng.

Ele disse que o ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, conversou sobre a atual situação na Síria com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres.

A China mantém contato com outros membros do Conselho de Segurança da ONU em relação à questão, incluindo os Estados Unidos e a Rússia, além de outros países da região, acrescentou Geng.

"A China defende sempre a solução pacífica de disputas, opõe-se ao uso ou ameaças de uso da força militar nas relações internacionais e sempre apoia o tratamento de questões de acordo com a Carta da ONU", assinalou o porta-voz.

A China espera que todas as partes envolvidas no assunto aliviem a tensão o mais rápido possível, disse Geng.

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