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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

China testa com êxito míssil aerobalístico

A força de mísseis do Exército de Libertação do Povo da China realizou secretamente uma série de testes aéreos de um míssil balístico, análogo da arma hipersônica russa Kinzhal, informou a edição The Diplomat, com referência a uma fonte no governo norte-americano.


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Os primeiros testes do míssil balístico, denominado CH-AS-X-13 pela inteligência norte-americana, foram realizados no fim do 2016, enquanto os últimos tiveram lugar no início de 2018.


Lançamento de míssil na China (arquivo)
Lançamento de míssil chinês © AP Photo / Wu Dengfeng

Durante os dois últimos testes, o míssil foi lançado de uma cópia licenciada do bombardeiro estratégico soviético Tu-16, com tecnologia de reabastecimento em voo.

Uma vez que o avião tem um raio de alcance de cerca de 6.000 quilômetros e o CH-AS-X-13 (um projétil de duas etapas, que funciona a combustível sólido) possui um alcance de até 3.000 quilômetros, há a possibilidade de o míssil poder atingir os EUA.

Segundo a fonte, Washington prevê que o novo míssil chinês estará pronto para deslocamento até 2025.

The Diplomat sublinhou que hoje em dia, além da China, os mísseis balísticos lançados a partir de aeronaves foram desenvolvidos na Rússia. Trata-se do míssil hipersônico Kinzhal que tem uma velocidade de cerca de 10 Mach (12.000 km/h), pode iludir todos os sistemas de defesa antiaérea existentes e pode transportar ogivas nucleares ou não nucleares a distâncias de até 2.000 quilômetros.

Anteriormente, o vice-ministro da Defesa russo, Yuri Borisov, declarou que os mísseis hipersônicos do sistema Kinzhal que atualmente equipam os inovadores caças interceptores, são capazes de eliminar porta-aviões, destróieres e cruzadores.

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