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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Conselho de Segurança da ONU rejeita resolução russa

Em sua terceira votação do dia, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) votou contra o projeto de resolução da Rússia para apoiar a missão Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) na Síria. O grupo irá investigar o possível ataque de arma química que recentemente tirou a vida de civis inocentes.


Sputnik

"O projeto de resolução não foi aprovado por não obter o número necessário de votos", afirmou o embaixador peruano na ONU, Gustavo Meza-Cuadra, que atualmente é o presidente do órgão. 


Sessão do Conselho de Segurança da ONU
Conselho de Segurança da ONU © REUTERS/ Mike Segar

Rússia, China, Bolívia, Cazaquistão e Etiópia votaram a favor da resolução, enquanto França, Estados Unidos, Reino Unido e Polônia votaram contra. Os outros membros do conselho de 15 membros se abstiveram de votar.

Outras duas propostas de resolução foram rejeitadas mais cedo. Uma delas era de autoria da Rússia e a outra dos Estados Unidos.

A OPAQ — considerada a principal agência mundial de vigilância sobre o uso de armas químicas — está à caminho da Síria e tem apoio da Rússia e do Reino Unido.

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