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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Conselho de Segurança da ONU rejeita resolução russa

Em sua terceira votação do dia, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) votou contra o projeto de resolução da Rússia para apoiar a missão Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) na Síria. O grupo irá investigar o possível ataque de arma química que recentemente tirou a vida de civis inocentes.


Sputnik

"O projeto de resolução não foi aprovado por não obter o número necessário de votos", afirmou o embaixador peruano na ONU, Gustavo Meza-Cuadra, que atualmente é o presidente do órgão. 


Sessão do Conselho de Segurança da ONU
Conselho de Segurança da ONU © REUTERS/ Mike Segar

Rússia, China, Bolívia, Cazaquistão e Etiópia votaram a favor da resolução, enquanto França, Estados Unidos, Reino Unido e Polônia votaram contra. Os outros membros do conselho de 15 membros se abstiveram de votar.

Outras duas propostas de resolução foram rejeitadas mais cedo. Uma delas era de autoria da Rússia e a outra dos Estados Unidos.

A OPAQ — considerada a principal agência mundial de vigilância sobre o uso de armas químicas — está à caminho da Síria e tem apoio da Rússia e do Reino Unido.

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