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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Coreia do Norte diz que está preparada para discutir desnuclearização com EUA

Segundo alto funcionário americano, que falou sob condição de anonimato, agentes dos dois países estão mantendo contatos secretos antes de encontro entre Trump e Kim Jong-un


Por G1


A Coreia do Norte disse pela primeira vez que está preparada para discutir a desnuclearização da península coreana quando seu líder Kim Jong-un se encontrar com o presidente dos EUA, Donald Trump, disse um alto funcionário americano neste domingo (8).

Kim Jong-Un inspeciona suposta bomba de hidrogênio para míssil, em setembro de 2017 (Foto: KCNA via Reuters)
Kim Jong-Un inspeciona suposta bomba de hidrogênio para míssil, em setembro de 2017 (Foto: KCNA via Reuters)

Agentes dos dois países têm mantido contatos secretos recentemente nos quais Pyongyang enviou diretamente a mensagem de sua disposição de manter o encontro, segundo o funcionário disse à agência Reuters sob condição de anonimato.

Até o momento, Washington tem confiado nas garantias da Coreia do Sul sobre as intenções do líder norte-coreano.

No dia 8 de março, Kim surpreendeu ao convidar Trump para um encontro, no qual o principal assunto deve ser seu programa nuclear. O convite, feito em uma carta escrita pelo norte-coreano, foi entregue em mãos na Casa Branca por Chung Eui-Yong, conselheiro de Segurança Nacional da Coreia do Sul.

O encontro entre os Donald Trump e Kim Jong-un deve acontecer até o final de maio, mas ainda não foram anunciados data e local.

Antes, Trump deve receber o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, para coordenar estratégias de aliados para a reunião, enquanto Kim concordou em se reunir com o presidente sul-coreano Moon Jae-in no final de abril, na zona desmilitarizada entre as duas Coreias.

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