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Primeiro voo do Aero L-159T2

A Aero Vodochody realizou o primeiro voo do treinador a jato L-159T2 de dois lugares em 1º de agosto. O voo de 30 minutos foi conduzido pelos pilotos de testes da empresa Vladimír Kvarda e David Jahoda.
Poder Aéreo

A Força Aérea Tcheca encomendou três exemplares em 2016, que devem ser entregues até o final deste ano. As aeronaves L-159 são operadas pelas forças aéreas tcheca e iraquiana, pela empresa americana Draken International e, no passado, foram alugadas pela Força Aérea Húngara para treinamento de pilotos.

Estas novas aeronaves de assento duplo T2 têm uma fuselagem central e dianteira recém-construída e apresentam várias melhorias significativas, principalmente em equipamentos de cockpit e sistema de combustível, e são totalmente compatíveis com o NVG. Cada cockpit é equipado com duas telas multifuncionais e um assento de ejeção VS-20 atualizado. A aeronave também pode oferecer uma capacidade de reabastecimento sob pressão. O radar GRIFO, já em uso na versão de um único assento, a…

Damasco: acusações de uso de arma química são 'disco quebrado não convincente'

Autoridades sírias criticaram as acusações feitas contra Damasco pelo suposto uso de armas químicas na região de Ghouta Oriental, dizendo que tais alegações não convencem mais.


Sputnik

"Alegações de uso químico se tornaram um disco quebrado não convincente, exceto por alguns países que negociam com o sangue de civis e apoiam o terrorismo na Síria", disse um representante do governo sírio citado pela agência SANA. "Todas as vezes que o Exército Árabe Sírio avança na luta contra o terrorismo, alegações de uso químico são usadas como desculpa para prolongar a vida dos terroristas em Douma". 


Soldados sírios na cidade de Ghouta (arquivo)
Militares sírios em Ghouta © Sputnik/ Andrey Stenin

A posição defendida por Damasco recebeu apoio de Rússia e Irã, que recusaram os relatos da mídia sobre um possível uso, pelo Exército Sírio, de bomba de cloro em Douma, Ghouta Oriental, argumentando que tais denúncias teriam como objetivo proteger terroristas e justificar uma intervenção militar estrangeira mais efetiva na Síria.

Em declarações à SANA, uma fonte do Ministério das Relações Exteriores da Síria disse que o pretexto de usar armas químicas em Ghouta já havia sido planejado pelos terroristas, e "há informações documentadas e confirmadas sobre as quais o Estado sírio já tinha avisado".

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