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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Damasco: acusações de uso de arma química são 'disco quebrado não convincente'

Autoridades sírias criticaram as acusações feitas contra Damasco pelo suposto uso de armas químicas na região de Ghouta Oriental, dizendo que tais alegações não convencem mais.


Sputnik

"Alegações de uso químico se tornaram um disco quebrado não convincente, exceto por alguns países que negociam com o sangue de civis e apoiam o terrorismo na Síria", disse um representante do governo sírio citado pela agência SANA. "Todas as vezes que o Exército Árabe Sírio avança na luta contra o terrorismo, alegações de uso químico são usadas como desculpa para prolongar a vida dos terroristas em Douma". 


Soldados sírios na cidade de Ghouta (arquivo)
Militares sírios em Ghouta © Sputnik/ Andrey Stenin

A posição defendida por Damasco recebeu apoio de Rússia e Irã, que recusaram os relatos da mídia sobre um possível uso, pelo Exército Sírio, de bomba de cloro em Douma, Ghouta Oriental, argumentando que tais denúncias teriam como objetivo proteger terroristas e justificar uma intervenção militar estrangeira mais efetiva na Síria.

Em declarações à SANA, uma fonte do Ministério das Relações Exteriores da Síria disse que o pretexto de usar armas químicas em Ghouta já havia sido planejado pelos terroristas, e "há informações documentadas e confirmadas sobre as quais o Estado sírio já tinha avisado".

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