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Super Tucano em teste pela Força Aérea dos EUA sofre acidente

Queda sem causa ainda definida é má notícia para a fabricante brasileira, que disputa concorrência com americanos
Igor Gielow | Folha de S.Paulo

Um turboélice A-29 Super Tucano, fabricado pela Embraer, caiu durante um exercício de ataque leve conduzido pela Força Aérea dos EUA em um campo de provas do Novo México, na sexta (22).

Dois tripulantes conseguiram se ejetar. Segundo comunicado da base de Holloman, um dele se feriu levemente e foi medicado, enquanto não há detalhes do estado do segundo. A causa do acidente não foi divulgada.

O avião participa da fase final da competição para fornecimento de aviões leves para missões de ataque a solo e reconhecimento. Inicialmente, os EUA querem adquirir 15 unidades, para depois expandir a até 120. Elas servirão para substituir o famoso A-10 Warthog (Javali, em inglês), um modelos subsônico a jato fortemente armado e blindado que opera desde 1977.

Os americanos estão procurando opções mais econômicas para a missão. Enquanto um A-10 tem sua hora-voo…

Deputado russo: 'EUA abrem 2ª frente na guerra de informação contra Rússia'

"Toda a situação" em torno do envenenamento do ex-agente Sergei Skripal e sua filha Yulia, demostra que os EUA "abriram a segunda frente da guerra de informação contra a Rússia", opina deputado russo.


Sputnik

De acordo o deputado e membro do Comitê da Duma de Estado para Segurança e Anticorrupção, Adalbi Shkhagoshev, se "no início apenas Washington foi o iniciador de todos os ataques mediáticos" contra Moscou, agora decidiu mudar sua tática, para que "outro jogador no cenário mundial lance este tipo de ataque contra Rússia".


Presidente dos EUA, Donald Trump, fala com premiê britânica, Theresa May, na Sala Oval na Casa Branca em Washington
Theresa May e Donald Trump © REUTERS/ Kevin Lamarque

Interesses mútuos em um 'jogo injusto'

Assim, "a escolha dos EUA caiu sobre o Reino Unido", um país "importante e significativo" que "não é comparável com jogadores mais humildes".

Por outro lado, segundo opina o político russo, tanto Washington como Londres "têm seu próprio interesse nesse jogo injusto": Reino Unido busca "cooperar mais estreitamente com os Estados Unidos devido ao 'Brexit'", enquanto EUA o aproveita "para poder dizer que atuam sozinhos na guerra de informação contra Rússia".

Em qualquer caso, "sem dúvida nenhuma" já podemos dizer que "o preço das acusações de Londres contra Rússia sobre o envenenamento de Skripal é igual ao conteúdo daquele tubo que o [ex] secretário de Estado dos EUA, Colin Powell, mostrou a todo o mundo", concluiu o parlamentar russo, referindo-se às afirmações de Powell em 2003 de que tinha evidências de armas de destruição em massa no Iraque.

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