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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Deputado russo: 'EUA abrem 2ª frente na guerra de informação contra Rússia'

"Toda a situação" em torno do envenenamento do ex-agente Sergei Skripal e sua filha Yulia, demostra que os EUA "abriram a segunda frente da guerra de informação contra a Rússia", opina deputado russo.


Sputnik

De acordo o deputado e membro do Comitê da Duma de Estado para Segurança e Anticorrupção, Adalbi Shkhagoshev, se "no início apenas Washington foi o iniciador de todos os ataques mediáticos" contra Moscou, agora decidiu mudar sua tática, para que "outro jogador no cenário mundial lance este tipo de ataque contra Rússia".


Presidente dos EUA, Donald Trump, fala com premiê britânica, Theresa May, na Sala Oval na Casa Branca em Washington
Theresa May e Donald Trump © REUTERS/ Kevin Lamarque

Interesses mútuos em um 'jogo injusto'

Assim, "a escolha dos EUA caiu sobre o Reino Unido", um país "importante e significativo" que "não é comparável com jogadores mais humildes".

Por outro lado, segundo opina o político russo, tanto Washington como Londres "têm seu próprio interesse nesse jogo injusto": Reino Unido busca "cooperar mais estreitamente com os Estados Unidos devido ao 'Brexit'", enquanto EUA o aproveita "para poder dizer que atuam sozinhos na guerra de informação contra Rússia".

Em qualquer caso, "sem dúvida nenhuma" já podemos dizer que "o preço das acusações de Londres contra Rússia sobre o envenenamento de Skripal é igual ao conteúdo daquele tubo que o [ex] secretário de Estado dos EUA, Colin Powell, mostrou a todo o mundo", concluiu o parlamentar russo, referindo-se às afirmações de Powell em 2003 de que tinha evidências de armas de destruição em massa no Iraque.

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