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Seul celebra decisão de Pyongyang em suspender testes nucleares e de mísseis

Presidente sul-coreano Moon Jae-in e o líder norte-coreano Kim Jong-un irão se encontrar na próxima sexta-feira (27).
EFE

O governo da Coreia do Sul qualificou neste sábado (21) como um "progresso significativo" para a desnuclearização da Coreia do Norte a decisão do regime de Pyongyang de suspender os seus testes atômicos e de mísseis, assim como o fechamento de seu centro de testes nucleares.

Em um comunicado enviado pelo gabinete presidencial sul-coreano, Seul considerou que "a decisão da Coreia do Norte é significativa para a desnuclearização da península coreana" e disse, além disso, que "ajudará a criar um ambiente muito positivo para o sucesso das próximas cúpula intercoreana e entre o Norte e Estados Unidos".

O governo sul-coreano se comprometeu em preparar o iminente encontro entre seu presidente, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, previsto para o próximo dia 27, de modo a "liderar o caminho para a desnuclearização e paz duradour…

Deputado russo: 'EUA abrem 2ª frente na guerra de informação contra Rússia'

"Toda a situação" em torno do envenenamento do ex-agente Sergei Skripal e sua filha Yulia, demostra que os EUA "abriram a segunda frente da guerra de informação contra a Rússia", opina deputado russo.


Sputnik

De acordo o deputado e membro do Comitê da Duma de Estado para Segurança e Anticorrupção, Adalbi Shkhagoshev, se "no início apenas Washington foi o iniciador de todos os ataques mediáticos" contra Moscou, agora decidiu mudar sua tática, para que "outro jogador no cenário mundial lance este tipo de ataque contra Rússia".


Presidente dos EUA, Donald Trump, fala com premiê britânica, Theresa May, na Sala Oval na Casa Branca em Washington
Theresa May e Donald Trump © REUTERS/ Kevin Lamarque

Interesses mútuos em um 'jogo injusto'

Assim, "a escolha dos EUA caiu sobre o Reino Unido", um país "importante e significativo" que "não é comparável com jogadores mais humildes".

Por outro lado, segundo opina o político russo, tanto Washington como Londres "têm seu próprio interesse nesse jogo injusto": Reino Unido busca "cooperar mais estreitamente com os Estados Unidos devido ao 'Brexit'", enquanto EUA o aproveita "para poder dizer que atuam sozinhos na guerra de informação contra Rússia".

Em qualquer caso, "sem dúvida nenhuma" já podemos dizer que "o preço das acusações de Londres contra Rússia sobre o envenenamento de Skripal é igual ao conteúdo daquele tubo que o [ex] secretário de Estado dos EUA, Colin Powell, mostrou a todo o mundo", concluiu o parlamentar russo, referindo-se às afirmações de Powell em 2003 de que tinha evidências de armas de destruição em massa no Iraque.

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