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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Donald Trump diz que tomará "decisões importantes" sobre a Síria nas próximas horas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que nas próximas 24 ou 48 horas tomará "decisões muito importantes" sobre a Síria, e previu que logo terá respostas sobre se o responsável pelo ataque quimico foi a "Rússia, a Síria, o Irã ou todos eles lado a lado".


EFE

Washington - "Estamos estudando a situação muito minuciosamente e vamos tomar decisões muito importantes nas próximas 24 a 48 horas", disse Trump em declarações à imprensa durante uma reunião com seu gabinete na Casa Branca.


Arquivo. EFE/Chris Kleponis
Donald Trump | Arquivo. EFE/Chris Kleponis

Trump acrescentou depois que essas decisões serão reveladas "provavelmente antes do final do dia de hoje", durante consultas com os generais do Pentágono.

"Nenhuma opção está descartada", advertiu Trump ao ser perguntado pela possibilidade de uma ação militar na Síria.

"Isto tem que ter a ver com a humanidade, não se pode permitir que ocorra", disse o presidente americano.

Trump qualificou de "atroz", "horrível" e "um ato bárbaro" o suposto ataque químico registrado no sábado na cidade síria de Duma, e que os EUA atribuíram ao regime sírio do presidente Bashar Al-Assad.

"Se foram os russos, se foi a Síria, se foi o Irã, se foram todos eles lado a lado, descobriremos e teremos as respostas em breve", garantiu Trump.

"Eles dizem que não fizeram, mas para mim não há muitas dúvidas a respeito. Os generais descobrirão nas próximas horas", acrescentou.

O secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, assegurou também hoje que "não descarta" ações militares contra a Síria após as informações sobre o suposto ataque químico do sábado.

A Sociedade Médica Síria Americana (SAMS, por suas siglas em inglês) e a Defesa Civil Síria, ambas organizações apoiadas pelos EUA, asseguraram que pelo menos 42 pessoas morreram no sábado com sintomas de ter sofrido um ataque químico.

Nenhuma outra fonte confirmou que se tratasse de um bombardeio com substâncias químicas, e tanto a Rússia como Damasco negaram a utilização deste tipo de armamento em Duma e culparam o Exército do Islã.

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