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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Donald Trump diz que tomará "decisões importantes" sobre a Síria nas próximas horas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que nas próximas 24 ou 48 horas tomará "decisões muito importantes" sobre a Síria, e previu que logo terá respostas sobre se o responsável pelo ataque quimico foi a "Rússia, a Síria, o Irã ou todos eles lado a lado".


EFE

Washington - "Estamos estudando a situação muito minuciosamente e vamos tomar decisões muito importantes nas próximas 24 a 48 horas", disse Trump em declarações à imprensa durante uma reunião com seu gabinete na Casa Branca.


Arquivo. EFE/Chris Kleponis
Donald Trump | Arquivo. EFE/Chris Kleponis

Trump acrescentou depois que essas decisões serão reveladas "provavelmente antes do final do dia de hoje", durante consultas com os generais do Pentágono.

"Nenhuma opção está descartada", advertiu Trump ao ser perguntado pela possibilidade de uma ação militar na Síria.

"Isto tem que ter a ver com a humanidade, não se pode permitir que ocorra", disse o presidente americano.

Trump qualificou de "atroz", "horrível" e "um ato bárbaro" o suposto ataque químico registrado no sábado na cidade síria de Duma, e que os EUA atribuíram ao regime sírio do presidente Bashar Al-Assad.

"Se foram os russos, se foi a Síria, se foi o Irã, se foram todos eles lado a lado, descobriremos e teremos as respostas em breve", garantiu Trump.

"Eles dizem que não fizeram, mas para mim não há muitas dúvidas a respeito. Os generais descobrirão nas próximas horas", acrescentou.

O secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, assegurou também hoje que "não descarta" ações militares contra a Síria após as informações sobre o suposto ataque químico do sábado.

A Sociedade Médica Síria Americana (SAMS, por suas siglas em inglês) e a Defesa Civil Síria, ambas organizações apoiadas pelos EUA, asseguraram que pelo menos 42 pessoas morreram no sábado com sintomas de ter sofrido um ataque químico.

Nenhuma outra fonte confirmou que se tratasse de um bombardeio com substâncias químicas, e tanto a Rússia como Damasco negaram a utilização deste tipo de armamento em Duma e culparam o Exército do Islã.

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