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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

Embaixador da Rússia: ataque dos EUA na Síria terá consequências

As ações empreendidas hoje na Síria terão consequências, e a responsabilidade total recai sobre os Estados Unidos, o Reino Unido e a França, disse o embaixador russo nos Estados Unidos, Anatoly Antonov, em um comunicado após o ataque.


Sputnik

"As piores apreensões se tornaram realidade. Nossos alertas não foram ouvidos. Um cenário premeditado está sendo implementado. Novamente, estamos sendo ameaçados. Advertimos que tais ações não serão deixadas sem consequências", disse Antonov na sexta-feira. 


Mísseis cruzam o céu sobre Damasco durante ataque norte-americano ao país, na noite entre 13 e 14 de abril
Mísseis cruzam o céu de Damasco, Síria © AP Photo / Hassan Ammar

"Toda a responsabilidade cabe a Washington, Londres e Paris", disse o diplomata.

Na noite de sexta-feira, Trump disse um ataque estava em andamento, em resposta ao suposto ataque químico em Douma, que Damasco e Moscou negam.

Os analistas estão intrigados com a lógica da decisão de Trump de enfrentar o "assassino Assad" com chuva de explosivos na Síria, matando sírios.

As cidades de Damasco, Homs, uma instalação de pesquisa em Barzeh foram supostamente atacadas durante as operações militares dos EUA, Reino Unido e França.

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