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Coreia do Sul e EUA retomarão busca de militares desaparecidos

Comandos militares da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) e dos EUA acordaram hoje a retomada da busca dos soldados considerados desaparecidos nesta região durante o período de guerra 1950-1953.
Por Benito Joaquín | Prensa Latina
Panmunjom, RPDC - O ato ficou pactuado durante os diálogos com os quais se retomaram os encontros de alto nível entre chefes militares de Pyongyang e Washington, suspensos há anos, soube a Prensa Latina.
Durante o primeiro triênio da segunda metade do século passado morreram mais de 33 mil soldados e oficiais estadunidenses, segundo cifras oficiais.

Os restos mortais de cerca de 16 por cento desse total de militares mortos não foram encontrados nas buscas realizadas na RPDC entre 1996 e 2005 ou anteriormente.

Os especialistas forenses só detectaram nos antigos palcos de guerra ao norte daqui, os restos de aproximadamente 220 militares norte-americanos.

Em Washington, o secretário de Estado, Mike Pompeo, assegurou que 16 por cento dos corpos dos que morre…

Embaixador da Rússia: ataque dos EUA na Síria terá consequências

As ações empreendidas hoje na Síria terão consequências, e a responsabilidade total recai sobre os Estados Unidos, o Reino Unido e a França, disse o embaixador russo nos Estados Unidos, Anatoly Antonov, em um comunicado após o ataque.


Sputnik

"As piores apreensões se tornaram realidade. Nossos alertas não foram ouvidos. Um cenário premeditado está sendo implementado. Novamente, estamos sendo ameaçados. Advertimos que tais ações não serão deixadas sem consequências", disse Antonov na sexta-feira. 


Mísseis cruzam o céu sobre Damasco durante ataque norte-americano ao país, na noite entre 13 e 14 de abril
Mísseis cruzam o céu de Damasco, Síria © AP Photo / Hassan Ammar

"Toda a responsabilidade cabe a Washington, Londres e Paris", disse o diplomata.

Na noite de sexta-feira, Trump disse um ataque estava em andamento, em resposta ao suposto ataque químico em Douma, que Damasco e Moscou negam.

Os analistas estão intrigados com a lógica da decisão de Trump de enfrentar o "assassino Assad" com chuva de explosivos na Síria, matando sírios.

As cidades de Damasco, Homs, uma instalação de pesquisa em Barzeh foram supostamente atacadas durante as operações militares dos EUA, Reino Unido e França.

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