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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
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De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Embaixador russo na ONU alerta os EUA sobre consequências de ataque contra Síria

A reação dos Estados Unidos ao suposto incidente químico na cidade síria de Douma mostrou claramente que era o pretexto há muito buscado para atacar a Síria, o que foi finalmente fornecido pelos provocadores dos Capacetes Brancos, disse o enviado russo na ONU.


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O suposto incidente químico em Douma só foi benéfico para os militantes, disse o representante permanente da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia, instando seus colegas ocidentais a explicar por que Damasco decidiria fazê-lo. O suposto ataque foi relatado no sábado, em meio à evacuação de militantes da cidade sitiada.


Nesta imagem fornecida pela Marinha dos Estados Unidos, o destrutor de mísseis guiados USS Porter (DDG 78) lança um míssil de ataque de terra tomahawk no Mar Mediterrâneo, sexta-feira, 7 de abril de 2017.
Míssil Tomahawk lançado do USS Porter © AP Photo/ Ford Williams/U.S. Nav

"Essa provocação foi como uma brisa do ar fresco necessário para os militantes que receberam apoio tão oportuno dos EUA e de outros países ocidentais", disse Nebenzia na reunião do Conselho de Segurança da ONU nesta terça-feira. Ele alertou os EUA e seus aliados contra o lançamento de uma ação militar na Síria, contornando a ONU.

"Se você tomou a decisão de realizar um esforço militar ilegal, esperamos que retome o seu bom senso. Vocês serão responsáveis por si mesmos", afirmou Nebenzia.

A alegação de um ataque químico, impulsionado pelas fontes pró-militantes, tem sido entusiasticamente apoiada pelos EUA e outros países ocidentais, que culpam diretamente o incidente não verificado em Damasco.

Especialistas militares russos, entretanto, visitaram o local do suposto incidente, que foi entregue pelos militantes, e não encontraram sinais de um ataque químico ou de qualquer vítima dele.

Nebenzia pediu apoio à investigação internacional da agência de vigilância química na Síria antes de tirar conclusões precipitadas. No entanto, ele acredita que aqueles que buscam derrubar o governo legítimo do presidente sírio, Bashar Assad, não esperariam pelos resultados da investigação, alegando que, ao contrário, estão buscando um ataque.

"Você não quer ouvir que nenhum sinal de ataque químico foi encontrado em Douma. Você só procurou um pretexto e foi ansiosamente fornecido pelos provocadores dos Capacetes Brancos", completou Nebenzia.

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