Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Embaixador russo pede "transparência" a Londres sobre ataque a ex-espião

O embaixador da Rússia no Reino Unido, Alexander Yakovenko, pediu nesta quinta-feira ao Governo britânico "transparência" sobre as provas em relação ao ataque contra o agente duplo Sergei Skripal e sua filha, Yulia.


EFE

Londres - O diplomata sugeriu que Moscou só aceitará o resultado da investigação da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) sobre a natureza da substância que envenenou os Skripal se for "confirmado pela comunidade internacional".


Resultado de imagem para Alexander Yakovenko
Embaixador da Rússia no Reino Unido, Alexander Yakovenko | Reprodução

"Queremos ver quem são os especialistas que estão analisando o agente químico, visto que a última vez, na Síria, a equipe (da OPAQ) foi liderada pelos britânicos", disse Yakovenko em entrevista coletiva em Londres.

O embaixador destacou que a Rússia nunca fabricou o agente químico de tipo Novichok que, segundo o Reino Unido, foi que envenenou o ex-espião russo no dia 4 de março em Salisbury (sul da Inglaterra).

"A história do Novichok começa nos Estados Unidos nos anos 90. Não tem nada a ver com a Rússia. Nunca o produzimos, nunca o tivemos", afirmou o diplomata.

Yakovenko antecipou que os resultados das pesquisas da OPAQ "serão apresentados à parte britânica provavelmente no prazo de uma semana".

"Dependerá dos britânicos torná-los acessíveis aos demais membros da organização (...)", afirmou.

O embaixador pediu a Londres que dê acesso à Rússia às provas colhidas pelos investigadores em Salisbury (Inglaterra), onde Skripal e sua filha foram encontrados inconscientes após terem sido envenenados.

Yakovenko também pediu que pessoal do Governo russo possa visitar ambos no hospital onde estão internados e se mostrou "feliz" com a melhora na saúde de Yulia Skripal.

"Para nós está muito claro que ambos foram envenenados. São cidadãos russos e queremos saber a verdade. É uma coisa muito séria", continuou o diplomata, insistindo em que "a Rússia não tem nenhum problema com Sergei Skripal".

Comentários

Postagens mais visitadas