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Oficial americano joga culpa para Israel pelo ataque às forças sírias

No domingo (17), a mídia síria relatou ataque ao povoado sírio Al-Harra, província de Deir ez-Zor, na fronteira com o Iraque, supostamente realizado pela coalizão internacional, liderada pelos EUA, tendo como alvo forças governamentais. Porém, um oficial americano culpou Israel pelo ataque.
Sputnik

Anteriormente, uma fonte militar relatou à mídia síria que drones "provavelmente americanos" bombardearam Al-Harra, entre Abu Kamal e Al-Tanf.

Segundo dados das Forças de Mobilização Popular iraquianas, o ataque matou 22 soldados iraquianos. O Observatório Sírio de Direitos Humanos, por sua vez, disse que o número total de vítimas corresponde a 52 pessoas, citado pelo Haaretz.

"Entre [os mortos] estão ao menos 30 militares iraquianos e 16 sírios, incluindo soldados e membros da milícia leal ao governo", afirmou à mídia o chefe do Observatório Sírio, Rami Abdel Rahman.

Comentando a notícia, o porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Adrian Rankine-Galloway, descartou que W…

Embaixador russo pede "transparência" a Londres sobre ataque a ex-espião

O embaixador da Rússia no Reino Unido, Alexander Yakovenko, pediu nesta quinta-feira ao Governo britânico "transparência" sobre as provas em relação ao ataque contra o agente duplo Sergei Skripal e sua filha, Yulia.


EFE

Londres - O diplomata sugeriu que Moscou só aceitará o resultado da investigação da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) sobre a natureza da substância que envenenou os Skripal se for "confirmado pela comunidade internacional".


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Embaixador da Rússia no Reino Unido, Alexander Yakovenko | Reprodução

"Queremos ver quem são os especialistas que estão analisando o agente químico, visto que a última vez, na Síria, a equipe (da OPAQ) foi liderada pelos britânicos", disse Yakovenko em entrevista coletiva em Londres.

O embaixador destacou que a Rússia nunca fabricou o agente químico de tipo Novichok que, segundo o Reino Unido, foi que envenenou o ex-espião russo no dia 4 de março em Salisbury (sul da Inglaterra).

"A história do Novichok começa nos Estados Unidos nos anos 90. Não tem nada a ver com a Rússia. Nunca o produzimos, nunca o tivemos", afirmou o diplomata.

Yakovenko antecipou que os resultados das pesquisas da OPAQ "serão apresentados à parte britânica provavelmente no prazo de uma semana".

"Dependerá dos britânicos torná-los acessíveis aos demais membros da organização (...)", afirmou.

O embaixador pediu a Londres que dê acesso à Rússia às provas colhidas pelos investigadores em Salisbury (Inglaterra), onde Skripal e sua filha foram encontrados inconscientes após terem sido envenenados.

Yakovenko também pediu que pessoal do Governo russo possa visitar ambos no hospital onde estão internados e se mostrou "feliz" com a melhora na saúde de Yulia Skripal.

"Para nós está muito claro que ambos foram envenenados. São cidadãos russos e queremos saber a verdade. É uma coisa muito séria", continuou o diplomata, insistindo em que "a Rússia não tem nenhum problema com Sergei Skripal".

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