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EUA ameaçam Turquia com sanções em caso de compra dos sistemas S-400 da Rússia

Em dezembro 2017, Rússia e Turquia assinaram um acordo de empréstimo para o fornecimento de sistemas de mísseis de defesa aérea S-400 russos para a Turquia.
Sputnik

O assessor do secretário de Estado dos EUA, Wess Mitchell, declarou nesta quarta-feira (18), durante uma audiência na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes dos EUA, que a Turquia pode receber sanções após a compra dos sistemas de defesa russos S-400.


"Ancara confirma que concordou em comprar os sistemas de mísseis russos S-400, o que pode potencialmente levar a sanções no âmbito do artigo 231 da Lei de Contenção de Adversários da América Através de Sanções [CAATSA] e influencia negativamente sobre a participação no programa dos F-35 [caças de 5ª geração]", disse o representante do Departamento de Estado na audiência sobre a política dos EUA no Oriente Médio.

Em dezembro do ano passado, os representantes russos e turcos assinaram um acordo de crédito para fornecimento de sistemas S-400. Segundo …

Embaixador russo pede "transparência" a Londres sobre ataque a ex-espião

O embaixador da Rússia no Reino Unido, Alexander Yakovenko, pediu nesta quinta-feira ao Governo britânico "transparência" sobre as provas em relação ao ataque contra o agente duplo Sergei Skripal e sua filha, Yulia.


EFE

Londres - O diplomata sugeriu que Moscou só aceitará o resultado da investigação da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) sobre a natureza da substância que envenenou os Skripal se for "confirmado pela comunidade internacional".


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Embaixador da Rússia no Reino Unido, Alexander Yakovenko | Reprodução

"Queremos ver quem são os especialistas que estão analisando o agente químico, visto que a última vez, na Síria, a equipe (da OPAQ) foi liderada pelos britânicos", disse Yakovenko em entrevista coletiva em Londres.

O embaixador destacou que a Rússia nunca fabricou o agente químico de tipo Novichok que, segundo o Reino Unido, foi que envenenou o ex-espião russo no dia 4 de março em Salisbury (sul da Inglaterra).

"A história do Novichok começa nos Estados Unidos nos anos 90. Não tem nada a ver com a Rússia. Nunca o produzimos, nunca o tivemos", afirmou o diplomata.

Yakovenko antecipou que os resultados das pesquisas da OPAQ "serão apresentados à parte britânica provavelmente no prazo de uma semana".

"Dependerá dos britânicos torná-los acessíveis aos demais membros da organização (...)", afirmou.

O embaixador pediu a Londres que dê acesso à Rússia às provas colhidas pelos investigadores em Salisbury (Inglaterra), onde Skripal e sua filha foram encontrados inconscientes após terem sido envenenados.

Yakovenko também pediu que pessoal do Governo russo possa visitar ambos no hospital onde estão internados e se mostrou "feliz" com a melhora na saúde de Yulia Skripal.

"Para nós está muito claro que ambos foram envenenados. São cidadãos russos e queremos saber a verdade. É uma coisa muito séria", continuou o diplomata, insistindo em que "a Rússia não tem nenhum problema com Sergei Skripal".

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