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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Embaixador russo solicita reunião com Boris Johnson sobre caso Skripal

O embaixador da Rússia em Londres, Aleksandr Yakovenko, solicitou neste sábado uma reunião com o ministro de Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, para abordar o caso Skripal, que provocou uma grave crise nas relações entre ambos os governos.


EFE

Moscou - "Já chegou a hora de um encontro entre Yakovenko e o ministro de Exteriores do Reino Unido para abordar todos os âmbitos das relações bilaterais e também a investigação do incidente em Salisbury", informou o porta-voz da delegação russa na capital britânica.


Boris Johnson em foto de 19 de março. EFE/ Olivier Hoslet
Boris Johnson em foto de 19 de março. EFE/ Olivier Hoslet

A fonte explicou que Yakovenko tinha enviado a Johnson uma "nota pessoal" e acrescentou que a Rússia espera "uma resposta construtiva da parte britânica" e que a reunião aconteça "em breve" para abordar o envenenamento em Salisbury do ex-espião russo Sergei Skripal e de sua filha com um agente químico, do qual Londres acusa Moscou.

"Infelizmente, o atual estado da interação entre a embaixada e o Ministério de Relações Exteriores britânico é extremamente insatisfatório", analisou.

A embaixada russa considerou "lamentável" a decisão das autoridades britânicas de negar o visto à sobrinha do ex-espião, Victoria, que tinha expressado o desejo de visitar os parentes hospitalizados no Reino Unido.

"Segundo uma fonte governamental citada pela 'BBC', o visto foi rejeitado porque 'a Rússia parece querer utilizar Victoria como um peão'. Isso significa que a decisão está motivada politicamente", afirmou o porta-voz.

Moscou considera que "a obstinação em se negar a cooperar, garantir a transparência e responder a inúmeras perguntas significa que os britânicos têm algo a esconder".

Segundo informaram fontes dos serviços de saúde na sexta-feira, Skripal, de 66 anos, saiu do estado crítico, responde bem ao tratamento e a sua saúde melhora rapidamente. Yulia, de 33 anos, que tinha chegado ao Reino Unido procedente da Rússia um dia antes do envenenamento para visitar o pai, se mantém estável há uma semana e recuperou a fala.

Sergei Skripal e sua filha foram envenenados no dia 4 de março em Salisbury após serem expostos a uma substância química chamada "Novichok", que, segundo Londres, foi fabricada na Rússia.

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