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Merkel: Esforços pelo desarmamento devem incluir EUA, Rússia, UE e China

A declaração da chanceler alemã ocorre em meio a um impasse entre Moscou e Washington, depois que os EUA anunciaram a suspensão do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).
Sputnik

"O desarmamento é algo que preocupa a todos nós e é claro que ficaríamos felizes se essas conversas fossem realizadas não apenas entre os Estados Unidos, Europa e Rússia, mas também com a China", afirmou Angela Merkel na Conferência de Segurança de Munique, no sábado.


Comentando o assunto, o Ministro da Economia e Energia da Alemanha, Peter Altmaier, observou que o término do acordo poderia levar a uma nova corrida armamentista.

No início de fevereiro, Washington disse que estava suspendendo as obrigações previstas sob o Tratado INF. A Rússia respondeu da mesma maneira. Os EUA disseram que sairiam do tratado em seis meses, a menos que a Rússia voltasse a cumprir o acordo, mas Moscou refuta as alegações de violação do.

Washington também se mostrou favorável a um novo texto envolvendo t…

Embaixadora americana diz que EUA continuam na Síria até certeza de não uso de armas químicas

EUA também querem se assegurar que o Estado Islâmico seja derrotado e que há uma melhor visão do que o Irã está fazendo


Por G1


A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, afirmou neste domingo (15) que as tropas americanas continuam na Síria até que a situação esteja completamente resolvida, informa a agência Reuters. De acordo com a embaixadora, os Estados Unidos não vão deixar o país até que três objetivos sejam alcançados:

  1. Os EUA estiverem seguros que armas químicas não são usadas;
  2. O Estado Islâmico, grupo radical sunita, for derrotado;
  3. Os americanos terem um bom ponto de vista do que exatamente o Irã está fazendo.
Nikki Haley, embaixadora dos EUA na Organização das Nações Unidas  (Foto: Seth Wenig/ AP Photo)
Nikki Haley, embaixadora dos EUA na Organização das Nações Unidas (Foto: Seth Wenig/ AP Photo)

"Queremos muito que as tropas americanas voltem para casa, mas nós não vamos sair até que essas coisas sejam alcançadas", disse Haley.

Na sexta-feira (13), EUA, França e Reino Unido atacaram a Síria sob a justificativa de que o regime de Bashar al-Assad supostamente usa e produz armas químicas. A Rússia chegou a pedir uma condenação aos ataques na ONU, mas a resolução foi negada no sábado (14).

Também neste domingo (15) o presidente sírio Bashar al-Assad, disse a um grupo de legisladores russos que os ataques com mísseis ocidentais em seu país foram um ato de agressão.

Relação com a Rússia e sanções

Nikki Haley comentou ainda que a relação dos Estados Unidos com a Rússia, principal aliada do regime sírio, está "muito tensa" por conta da Síria e que os americanos estão preparando novas sanções contra os russos por seu apoio a Bashar al-Assad.

Em entrevista ao programa "Face the Nation", da CBS, Haley disse que as sanções serão anunciadas na segunda-feira pelo secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.

"Elas serão direcionadas diretamente para qualquer tipo de empresa que esteja lidando com equipamentos relacionados ao uso de armas químicas e com Assad", disse Haley.

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