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Argentina concorda em construir bases norte-americanas em seu território

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, aprovou a construção no país de várias bases militares dos EUA, informou no sábado (21) o portal mexicano Aristegui Noticias com referência a fontes informadas.
Sputnik

De acordo com o portal, trata-se de ao mínimo três bases militares a serem construídas nas províncias de Neuquén (onde fica a jazida de gás de xisto Vaca Muerta), Misiones e Tierra del Fuego, de onde se pode controlar a Antártida.

A sua criação deve ser financiada pelo Comando Sul dos EUA. Um dos principais adeptos da criação de bases seria a ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich.

Além disso, nota o portal mexicano, a ministra elogiou a chegada ao país de instrutores americanos que efetuam a preparação dos policiais argentinos antes da cúpula do G20 em novembro. Isso viola as atuais leis argentinas, porque é necessário obter a autorização do Congresso para tais ações, algo que não foi feito.

Embaixadora americana diz que EUA continuam na Síria até certeza de não uso de armas químicas

EUA também querem se assegurar que o Estado Islâmico seja derrotado e que há uma melhor visão do que o Irã está fazendo


Por G1


A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, afirmou neste domingo (15) que as tropas americanas continuam na Síria até que a situação esteja completamente resolvida, informa a agência Reuters. De acordo com a embaixadora, os Estados Unidos não vão deixar o país até que três objetivos sejam alcançados:

  1. Os EUA estiverem seguros que armas químicas não são usadas;
  2. O Estado Islâmico, grupo radical sunita, for derrotado;
  3. Os americanos terem um bom ponto de vista do que exatamente o Irã está fazendo.
Nikki Haley, embaixadora dos EUA na Organização das Nações Unidas  (Foto: Seth Wenig/ AP Photo)
Nikki Haley, embaixadora dos EUA na Organização das Nações Unidas (Foto: Seth Wenig/ AP Photo)

"Queremos muito que as tropas americanas voltem para casa, mas nós não vamos sair até que essas coisas sejam alcançadas", disse Haley.

Na sexta-feira (13), EUA, França e Reino Unido atacaram a Síria sob a justificativa de que o regime de Bashar al-Assad supostamente usa e produz armas químicas. A Rússia chegou a pedir uma condenação aos ataques na ONU, mas a resolução foi negada no sábado (14).

Também neste domingo (15) o presidente sírio Bashar al-Assad, disse a um grupo de legisladores russos que os ataques com mísseis ocidentais em seu país foram um ato de agressão.

Relação com a Rússia e sanções

Nikki Haley comentou ainda que a relação dos Estados Unidos com a Rússia, principal aliada do regime sírio, está "muito tensa" por conta da Síria e que os americanos estão preparando novas sanções contra os russos por seu apoio a Bashar al-Assad.

Em entrevista ao programa "Face the Nation", da CBS, Haley disse que as sanções serão anunciadas na segunda-feira pelo secretário do Tesouro, Steven Mnuchin.

"Elas serão direcionadas diretamente para qualquer tipo de empresa que esteja lidando com equipamentos relacionados ao uso de armas químicas e com Assad", disse Haley.

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