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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Enviado russo na ONU: radicais têm ordens de iniciar ofensiva na Síria após EUA atacarem

Os líderes dos grupos radicais na Síria são ordenados a começar ofensiva depois de possível ataque dos EUA ao país, declarou representante permanente da Rússia na ONU, Vasily Nebenzya.


Sputnik

"Sabemos exatamente que os líderes dos grupos radicais são ordenados a começar ofensiva depois de possível ação de força [dos EUA]. Será que mais uma etapa de caos está sendo empreendida apenas para isso? O pretexto seria o suposto uso de substâncias químicas na cidade síria de Douma em 7 de abril", afirmou representante russo.


Fumaça após um alegado ataque aéreo nos bairros controlados por rebeldes no Leste de Damasco, na Síria
Ataque terrorista a Damasco, Síria © AFP 2018 / Amer Almohibany

Embaixador russo na ONU destacou também que podem ser observados preparativos perigosos para ação de força contra Estado soberano sírio.

Para Nebenzya, Washington tomou rumo para destorcer cenário militar em torno da Síria.

"Não se pode permitir isso. Tal desenvolvimento dos acontecimentos pode resultar em consequências graves para segurança global", frisou embaixador russo na ONU, acrescentando que será necessário responder pelo desenvolvimento dos acontecimentos desagradáveis, "bem como pelas intervenções prévias".

Vasily Nebenzya também declarou que a Rússia apela às autoridades dos EUA e seus aliados, inclusive França e Reino Unido, que "imediatamente tomem juízo, e voltem ao campo do direito internacional e não levem o mundo para linha perigosa".

O embaixador russo, além disso, destacou que o comportamento dos EUA quanto a Douma não é digno para um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.

Mais cedo, o presidente estadunidense, Donald Trump, prometeu tomar uma decisão quanto às ações contra Síria em resposta ao suposto ataque químico. As autoridades sírias negam quaisquer acusações vindas do Oriente.

A chancelaria Rússia afirmou que as desinformações sobre o uso das armas químicas pelas tropas sírias são destinadas a justificar possíveis ataques do exterior.

Vale destacar que o Estado-Maior das Forças Armadas russas, ainda em 13 de março, avisou que uma provocação com armas químicas estava sendo encenada por radicais em Ghouta Oriental.

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