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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Enviado russo na ONU: radicais têm ordens de iniciar ofensiva na Síria após EUA atacarem

Os líderes dos grupos radicais na Síria são ordenados a começar ofensiva depois de possível ataque dos EUA ao país, declarou representante permanente da Rússia na ONU, Vasily Nebenzya.


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"Sabemos exatamente que os líderes dos grupos radicais são ordenados a começar ofensiva depois de possível ação de força [dos EUA]. Será que mais uma etapa de caos está sendo empreendida apenas para isso? O pretexto seria o suposto uso de substâncias químicas na cidade síria de Douma em 7 de abril", afirmou representante russo.


Fumaça após um alegado ataque aéreo nos bairros controlados por rebeldes no Leste de Damasco, na Síria
Ataque terrorista a Damasco, Síria © AFP 2018 / Amer Almohibany

Embaixador russo na ONU destacou também que podem ser observados preparativos perigosos para ação de força contra Estado soberano sírio.

Para Nebenzya, Washington tomou rumo para destorcer cenário militar em torno da Síria.

"Não se pode permitir isso. Tal desenvolvimento dos acontecimentos pode resultar em consequências graves para segurança global", frisou embaixador russo na ONU, acrescentando que será necessário responder pelo desenvolvimento dos acontecimentos desagradáveis, "bem como pelas intervenções prévias".

Vasily Nebenzya também declarou que a Rússia apela às autoridades dos EUA e seus aliados, inclusive França e Reino Unido, que "imediatamente tomem juízo, e voltem ao campo do direito internacional e não levem o mundo para linha perigosa".

O embaixador russo, além disso, destacou que o comportamento dos EUA quanto a Douma não é digno para um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU.

Mais cedo, o presidente estadunidense, Donald Trump, prometeu tomar uma decisão quanto às ações contra Síria em resposta ao suposto ataque químico. As autoridades sírias negam quaisquer acusações vindas do Oriente.

A chancelaria Rússia afirmou que as desinformações sobre o uso das armas químicas pelas tropas sírias são destinadas a justificar possíveis ataques do exterior.

Vale destacar que o Estado-Maior das Forças Armadas russas, ainda em 13 de março, avisou que uma provocação com armas químicas estava sendo encenada por radicais em Ghouta Oriental.

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