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Oficial do Hezbollah: nossos mísseis podem atingir qualquer ponto de Israel

O Hezbollah é capaz de atingir qualquer ponto em Israel com seus mísseis, disse Sheikh Naim Qassem, secretário-geral adjunto do movimento libanês Hezbollah em entrevista ao jornal iraniano al-Vefagh.
Sputnik

"Não há um único ponto nos territórios ocupados fora do alcance dos mísseis do Hezbollah", disse Qassem.


Segundo o alto funcionário, os mísseis servem para impedir Israel de iniciar outra guerra com o Líbano, expondo a "frente israelense".

Qassem comentou também a guerra na Síria, onde o Hezbollah desempenhou um papel ativo na assistência ao governo sírio contra vários agrupamentos terroristas, incluindo o Daesh e Frente al-Nusra (grupos terroristas proibidos na Rússia). O funcionário elogiou as vitórias alcançadas contra os terroristas, mas criticou os EUA por sua suposta obstrução ao processo de paz.

As tensões entre Tel Aviv e o movimento libanês xiita Hezbollah aumentaram em 4 de dezembro depois que as tropas israelenses lançaram a operação Northern Shield, dest…

Especialista: ataques dos EUA contra Síria fizeram disparar popularidade das armas russas

Analista militar da Academia de Ciências da Rússia, Konstantin Sivkov, acredita que ataques americanos contra Síria danificaram a reputação dos mísseis estadunidenses, enquanto o estatuto dos sistemas da defesa antiaérea russos apenas se elevou.


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Para Sivkov, do ponto de vista estratégico, o recente ataque dos EUA e seus aliados realizado contra alvos na Síria mostrou que Washington perdeu seu principal trunfo — a capacidade de conduzir guerras sem contato. Ficou claro que o sistema de defesa antiaérea síria, construído na base dos princípios russos, pode repelir tais ataques. A experiência da Iugoslávia e Líbia ficou no passado, frisou.


Cruzador de mísseis norte-americano USS Monterey lança um míssil Tomahawk durante o ataque à Síria, 14 de abril de 2018
Lançamento de míssil Tomahawk do USS Monterey | Reuters / US Navy

Em segundo lugar, continuou Sivkov, os EUA terão que rever seus princípios de uso da Força Aérea, inclusive em operações ofensivas, especialmente quando se tratar de um possível ataque contra a Rússia.

"A partir de agora haverá menos agiotagem em torno dos mísseis de alta precisão estadunidenses. Haverá agiotagem em torno dos sistemas de defesa antiaérea russos. Estamos falando do aspecto econômico: sobre a venda de equipamento militar e armamento", explicou.

Como destaca o analista, é evidente que neste caso os norte-americanos não apostarão na luta contra as forças armadas russas usando armas convencionais. Há que levar em consideração que o exército estadunidense tem um nível de baixas aceitável muito reduzido, a partir do qual eles se recusam a continuar o combate.

"Em que eles apostarão será a guerra híbrida contra a Rússia que permanecera o principal alvo de ataque. Por isso, as sanções antirrussas só aumentarão", advertiu Sivkov.

Isso pode acabar apenas em dois casos, detalhou o analista: o primeiro é se a Rússia virar um vassalo dos EUA ou desaparecer do mapa do mundo; o segundo é se a Rússia criar tais armas ou um bloco geopolítico militar que obriguem os EUA a se sentarem à mesa das negociações.

"Se estamos falando de armas, temos o desenvolvimento dos programas Sarmat e Status 6. Sobre este falou o presidente Putin. É um torpedo nuclear capaz de portar ogivas até às costas dos EUA e provocar um hipertsunami. O Sarmat pode provocar mudanças sérias nos processos geofísicos dos EUA. E aí eles se sentarão à mesa das negociações e farão concessões", opinou o interlocutor da Sputnik Árabe.

No que diz respeito à criação de um bloco geopolítico, este poderia ser criado com base na Organização para Cooperação de Xangai. Konstantin Sivkov concluiu sublinhando que hoje em dia há um alto risco que a terceira guerra mundial possa se desencadear por causa de um conflito local.

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