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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Especialista: se EUA se atreverem a usar a força na Síria, o ataque será massivo

Se o presidente dos EUA, Donald Trump, se atrever a usar a força na Síria em resposta ao "ataque químico" na cidade de Douma, Washington será obrigado a realizar uma operação de maior envergadura que a de há um ano, disse o especialista do Nicholas Heras em seu artigo na edição Foreign Policy.


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Segundo o analista, os ataques de mísseis dos EUA do ano passado contra a base aérea de Shayrat não atingiram o objetivo colocado: os aviões do exército sírio continuaram a voar a partir do aeródromo algumas horas depois do ataque. Além disso, para Heras, os "depósitos de armas químicas" de Damasco não foram destruídos e as forças governamentais continuaram a usá-las.


Destróier norte-americano USS Donald Cook no porto de Rota, Espanha, fevereiro de 2014 (foto de arquivo)
USS Donald Cook © AFP 2018/ GOGO LOBATO

"Para causar danos suficientes a Bashar Assad e lançar o sinal que Trump quer, os EUA deveriam atacar mais alvos para minar as capacidades militares do exército sírio", afirmou Heras.

Segundo o especialista, os EUA podem atacar as instalações militares tanto no leste como no oeste do país.

Anteriormente, a edição Washington Examiner, com referência a uma fonte no Pentágono, informou que na segunda-feira (9) o destróier norte-americano USS Donald Cook zarpou do porto em Chipre e rumou ao litoral da Síria. O navio é armado com 60 mísseis de cruzeiro Tomahawk.

Em janeiro de 2016, a Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ, na sigla em inglês) declarou a liquidação total do arsenal de armas químicas na Síria.

Damasco afirmou retiradamente que não possui armas químicas.

Em 26 de fevereiro, o Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia declarou que os terroristas estavam preparando provocações com o uso das substâncias tóxicas em Ghouta Oriental a fim de acusar Damasco do uso de armas químicas. Os militares russos avisaram que os EUA iriam usar essa provocação como pretexto para realizar um ataque contra a Síria.

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