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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

Especialista: situação em Ghouta Oriental está mudando radicalmente

Os rebeldes estão deixando a cidade de Douma, na região síria de Ghouta Oriental, sendo isso um grande sucesso do exército sírio e dos militares russos, acredita o especialista em estudos árabes, Boris Dolgov.


Sputnik

Segundo informou neste domingo (8) o Ministério da Defesa russo, os primeiros ônibus com rebeldes do grupo Jaish al-Islam e suas famílias já saíram da cidade síria de Douma.


Forças governamentais sírias avançam com ofensiva na cidade de Douma, último baluarte de rebeldes na região de Ghouta Oriental, 8 de abril de 2018
Douma, Síria © AFP 2018/ Stringer

Boris Dolgov, especialista do Centro de Estudos Árabes e Islâmicos, comentou a situação na região ao serviço russo da Rádio Sputnik, sublinhando a importância da saída dos rebeldes.

"Antes, havia confrontações entre diferentes grupos rebeldes, pois alguns líderes não aceitavam os acordos de cessar-fogo. Mas, finalmente, os militantes estão deixando Ghouta Oriental e estão prontos a libertar os prisioneiros de guerra e civis. É, de fato, um importante sucesso do exército sírio, apoiado pela Força Aeroespacial russa", disse Dolgov.

O analista acredita que isso indica que a situação nos arredores de Damasco está mudando.

"Se todos os rebeldes forem retirados, então a situação em torno de Damasco mudará completamente: não haverá mais grupos armados da oposição disparando contra a cidade. A situação já está mudando", opinou.

Dolgov acha que nestas condições as tropas governamentais sírias podem ser transferidas para outras posições para continuar libertando o território sírio dos rebeldes.

No sábado (8), vários meios de comunicação, citando militantes sírios, acusaram Damasco de usar armas químicas em Douma, que teriam provocado dezenas de mortes entre os civis.

O Centro Russo de Reconciliação na Síria, por sua parte, refutou os relatos sobre o uso de uma bomba de cloro em Douma afirmando que todas as acusações são falsas.

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