Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Estados Unidos pretendem criar força árabe que substitua seu contingente na Síria

A Administração de Donald Trump procura criar uma força árabe que substitua o contingente norte-americano na Síria e ajude a estabilizar a situação no nordeste do pais após a derrota dos jihadistas, escreve o jornal The Wall Street Journal (WSJ), citando funcionários do governo.


Sputnik

Ao anunciar o ataque à Síria com seus aliados, o presidente Trump disse que os EUA pediram a seus parceiros no Oriente Médio que assumissem uma maior responsabilidade, incluindo a contribuição com valores importantes para financiar os esforços contra o Daesh (grupo terrorista, proibido na Rússia).


Soldado norte-americano em cima de um veículo blindado na Síria
Tropas dos EUA na Síria © AP Photo / APTV

Um maior compromisso por parte da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU), Qatar e Egito poderia, na opinião do presidente norte-americano, assegurar que o Irã não se aproveitasse da derrota do Daesh.

Um funcionário da Administração estadunidense, citado pelo WSJ, confirmou estas diligâncias.

"A todos — Arábia Saudita, Qatar e EAU — foi pedido apoio financeiro e uma maior contribuição", disse.

Além disso, o novo conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, ligou recentemente para o atual chefe da inteligência do Egito, Abbas Kamel, para sondar se o Cairo poderia contribuir para tais esforços, segundo a edição.

Alguns funcionários estadunidenses afirmaram, porém, que Washington poderá enfrentar grandes obstáculos na hora de estabelecer uma força de coalizão árabe na Síria.

O investigador da empresa de pesquisa Brookings Institution, Michael O'Hanlon, advertiu que "uma nova força deve ser poderosa o suficiente para enfrentar Assad ou o Irã se algum dos dois tentar recuperar territórios, talvez com a ajuda da Rússia".

Charles Lister, da organização Middle East Institute (Instituto do Oriente Médio), pôs em dúvida o projeto respetivo, indicando que "simplesmente não existe um precedente ou uma base estabelecida para que esta configuração se torne uma estratégia de sucesso".

Para o analista, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos não estarão muito dispostos a iniciar novas ações militares porque já estão envolvidos em uma operação militar no Iêmen.

Os Estados Unidos intervieram no conflito na Síria em setembro de 2014 liderando uma coalizão internacional que começou a bombardear as posições de grupos terroristas, mas sem autorização do governo sírio.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas