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Jornal alemão iguala Bundeswehr à 'armazém de peças de reposição'

Bundeswehr (Forças Armadas da Alemanha) está em profunda crise, enfrentando uma grave falta de investimento, noticia o Suddeutsche Zeitung.
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Segundo o jornal, 20% dos candidatos a cargos oficiais abandonam o serviço nos primeiros seis meses e a seleção de 8.500 voluntários previstos no plano para o serviço militar vem enfrentando mais e mais dificuldades com o passar dos anos.

Na lista dos problemas, a maior preocupação corresponde ao financiamento do exército alemão. Segundo a publicação, o orçamento da defesa para 2018, no valor de 38,5 bilhões de euros (R$ 170,9 bilhões) parece suficiente apenas à primeira vista — o exército não tem dinheiro suficiente. Metade do orçamento é usada para suprir as necessidades dos oficiais, uns 18% são destinados aos custos operacionais e apenas 13% do orçamento é investido nas compras de defesa.

Em particular, a publicação observa uma redução acentuada no número de tanques de 4.500 no final da Guerra Fria para 225 unidades. O dinheiro investido é…

EUA confirmam linha estratégica de 'desmembramento da Síria', diz analista

Os EUA declararam que não querem restaurar as regiões na Síria que estão sob o controle de Damasco. O especialista Vladimir Fitin explica na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik o que busca Washington.


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Os EUA não querem ajudar na reconstrução das regiões na Síria que ficam sob o controle do presidente sírio Bashar Assad, declarou um alto funcionário dos EUA após o primeiro dia do encontro dos ministros das Relações Exteriores do G7.


Veículos da coalizão liderada pelos EUA na cidade de Manbij, no norte da Síria
Tropas da coalizão dos EUA na Síria © AFP 2018/ Delil SOULEIMAN

Em janeiro, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que Washington não iria ajudar a Rússia, o Irã e Damasco oficial na restauração do país, enquanto a "transformação política" da Síria não se realizasse. Segundo declarou o assistente adjunto do secretário de Estado dos EUA para o Médio Oriente, David Satterfield, a condição da ajuda é a reforma constitucional e eleições sob os auspícios da ONU.

O analista do Instituto dos Estudos Estratégicos da Rússia, Vladimir Fitin, na entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik comentou a declaração do Departamento de Estado.

"Isto confirma a linha estratégica dos EUA rumo ao desmembramento da Síria, para impedir que um governo amigo da Rússia se mantenha no poder. Assim, faz-se tudo para dificultar a transição para uma regularização pacífica e, consequentemente, para a reconstrução do país", afirmou ele.

O analista acrescentou que os norte-americanos dizem claramente que, se eles usarem algum dinheiro, será dinheiro das monarquias da península Arábica, mas não o norte-americano, e será gasto somente para restaurar aquelas regiões que estão sob o seu controle e influência.

"Na maioria das regiões da Síria controladas pelo governo de Assad, os norte-americanos, claro, vão fazer tudo para impedir a restauração e a organização lá de uma vida normal", concluiu Fitin.

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