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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

EUA dizem que há provas de ataque químico na Síria

A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Nikki Haley, afirmou nesta sexta-feira que há "provas" do suposto ataque químico de sábado na Síria e considerou necessário responder para conter o uso deste tipo de armamento.


EFE

ONU - Haley, ao chegar a uma reunião do Conselho de Segurança (CS), disse que EUA, França e Reino Unido fizeram análise do ocorrido em Duma e concordam que foram usadas armas químicas.


EFE/ Justin Lane
Nikki Haley | EFE/ Justin Lane

"Há provas de que isto aconteceu", disse Haley, defendendo que não se pode permitir a normalização do uso de armas químicas, mas confirmou que seu país ainda não tomou uma decisão definitiva sobre o que fará em resposta.

A diplomata defendeu a importância de não se precipitar nessa reação e defendeu, nesse sentido, a gestão do presidente americano, Donald Trump.

Segundo Haley, antes de fazer qualquer coisa, é importante ter provas e tomar as precauções necessárias.

A embaixadora, que ontem esteve nas reuniões mantidas na Casa Branca para discutir a resposta ao suposto ataque químico, disse hoje que voltará a Washington.

Haley retornará depois que o Conselho de Segurança da ONU analisar a situação na Síria a pedido da Rússia, a quem Haley voltou a acusar de bloquear qualquer ação desde as Nações Unidas para conter o uso de armas químicas por parte dos seus aliados de Damasco.

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