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Seul celebra decisão de Pyongyang em suspender testes nucleares e de mísseis

Presidente sul-coreano Moon Jae-in e o líder norte-coreano Kim Jong-un irão se encontrar na próxima sexta-feira (27).
EFE

O governo da Coreia do Sul qualificou neste sábado (21) como um "progresso significativo" para a desnuclearização da Coreia do Norte a decisão do regime de Pyongyang de suspender os seus testes atômicos e de mísseis, assim como o fechamento de seu centro de testes nucleares.

Em um comunicado enviado pelo gabinete presidencial sul-coreano, Seul considerou que "a decisão da Coreia do Norte é significativa para a desnuclearização da península coreana" e disse, além disso, que "ajudará a criar um ambiente muito positivo para o sucesso das próximas cúpula intercoreana e entre o Norte e Estados Unidos".

O governo sul-coreano se comprometeu em preparar o iminente encontro entre seu presidente, Moon Jae-in, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, previsto para o próximo dia 27, de modo a "liderar o caminho para a desnuclearização e paz duradour…

EUA dizem querer trabalhar pela paz com a Rússia, mas não descartam novo ataque à Síria

Os Estados Unidos continuam a trabalhar fortemente com os membros das Nações Unidas, incluindo a Rússia, para avançar com o processo político na Síria, afirmou uma autoridade do governo americano neste sábado.


Sputnik

De acordo com um alto funcionário da Casa Branca, Washington está trabalhando com seus aliados para determinar os próximos passos econômicos e políticos da Síria após os ataques contra instalações sírias, locais que integrariam o suposto programa de armas químicas de Damasco.


Casa Branca, em Washington, nos EUA (foto de arquivo)
Casa Branca © Sputnik / Vladimir Astapkovich

"Continuaremos a trabalhar com nossos aliados, aliados além daqueles que enfrentamos ontem à noite, para determinar o melhor conjunto de medidas econômicas, políticas e diplomáticas para assegurar não apenas o regime sírio, mas todos os países ao redor do mundo […] entendem que o uso de armas químicas não será tolerado", disse o funcionário.

A mesma autoridade afirmou, porém, que os EUA não descartam um novo ataque contra a Síria, caso o presidente sírio Bashar Assad use armas químicas contra a população – algo que Damasco e Moscou seguem negando de maneira veemente.

"Ao mesmo tempo, continuaremos a manter opções militares viáveis na mesa", completou.

Falando sobre o Kremlin, o alto funcionário da administração dos EUA acrescentou que os Estados Unidos querem ter um compromisso com a Rússia que leve a uma maior paz e estabilidade no mundo.

Contudo, a Casa Branca acredita que nenhum grupo da oposição síria tem capacidade de fabricar grande quantidade de informações sobre o uso de armas químicas no país por parte de seu governo.

"É improvável que qualquer grupo de oposição tenha a capacidade de fabricar o grande volume de informações disponíveis publicamente", afirmou o funcionário.

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