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Merkel: Esforços pelo desarmamento devem incluir EUA, Rússia, UE e China

A declaração da chanceler alemã ocorre em meio a um impasse entre Moscou e Washington, depois que os EUA anunciaram a suspensão do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF).
Sputnik

"O desarmamento é algo que preocupa a todos nós e é claro que ficaríamos felizes se essas conversas fossem realizadas não apenas entre os Estados Unidos, Europa e Rússia, mas também com a China", afirmou Angela Merkel na Conferência de Segurança de Munique, no sábado.


Comentando o assunto, o Ministro da Economia e Energia da Alemanha, Peter Altmaier, observou que o término do acordo poderia levar a uma nova corrida armamentista.

No início de fevereiro, Washington disse que estava suspendendo as obrigações previstas sob o Tratado INF. A Rússia respondeu da mesma maneira. Os EUA disseram que sairiam do tratado em seis meses, a menos que a Rússia voltasse a cumprir o acordo, mas Moscou refuta as alegações de violação do.

Washington também se mostrou favorável a um novo texto envolvendo t…

EUA dizem querer trabalhar pela paz com a Rússia, mas não descartam novo ataque à Síria

Os Estados Unidos continuam a trabalhar fortemente com os membros das Nações Unidas, incluindo a Rússia, para avançar com o processo político na Síria, afirmou uma autoridade do governo americano neste sábado.


Sputnik

De acordo com um alto funcionário da Casa Branca, Washington está trabalhando com seus aliados para determinar os próximos passos econômicos e políticos da Síria após os ataques contra instalações sírias, locais que integrariam o suposto programa de armas químicas de Damasco.


Casa Branca, em Washington, nos EUA (foto de arquivo)
Casa Branca © Sputnik / Vladimir Astapkovich

"Continuaremos a trabalhar com nossos aliados, aliados além daqueles que enfrentamos ontem à noite, para determinar o melhor conjunto de medidas econômicas, políticas e diplomáticas para assegurar não apenas o regime sírio, mas todos os países ao redor do mundo […] entendem que o uso de armas químicas não será tolerado", disse o funcionário.

A mesma autoridade afirmou, porém, que os EUA não descartam um novo ataque contra a Síria, caso o presidente sírio Bashar Assad use armas químicas contra a população – algo que Damasco e Moscou seguem negando de maneira veemente.

"Ao mesmo tempo, continuaremos a manter opções militares viáveis na mesa", completou.

Falando sobre o Kremlin, o alto funcionário da administração dos EUA acrescentou que os Estados Unidos querem ter um compromisso com a Rússia que leve a uma maior paz e estabilidade no mundo.

Contudo, a Casa Branca acredita que nenhum grupo da oposição síria tem capacidade de fabricar grande quantidade de informações sobre o uso de armas químicas no país por parte de seu governo.

"É improvável que qualquer grupo de oposição tenha a capacidade de fabricar o grande volume de informações disponíveis publicamente", afirmou o funcionário.

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