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Su-57 russo supera caças de 5ª geração F-22 e F-35 dos EUA, diz piloto militar

O uso de caças F-22 pela Força Aérea dos EUA na Síria privou este modelo de suas vantagens sobre aeronaves russas, segundo a mídia norte-americana. Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, um piloto militar russo comentou a situação.
Sputnik

A utilização de caças norte-americanos F-22 na Síria privou os EUA das vantagens destes caças em relação aos caças russos, escreveu o jornal Military Watch. Segundo Veralinn Jamieson, tenente-general da Força Aérea dos EUA, os céus do Iraque e da Síria se tornaram "armazém de informações" para russos sobre atuação de caças estadunidenses durante operações.

Segundo o autor do artigo, os russos tiveram bastante tempo para analisar e testar a tecnologia de furtividade dos F-22, além de terem coletado dados sobre o uso da aeronave e encontrado meios de combatê-la. Além disso, a Rússia poderá usar essas tecnologias na fabricação de suas aeronaves.

O artigo enfatiza que os radares dos sistemas de mísseis antiaéreos S-300 e S-400 da Rússia …

EUA irão expandir combate contra Daesh na Síria

O chefe do Pentágono, James Mattis, informou nesta quinta-feira (26) que os EUA irão expandir o combate contra o grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico) na Síria com a ajuda de outros países regionais.


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"No momento, nós vamos retirar as tropas", disse Mattis, ao discursar diante do comitê do Senado para assuntos militares.


Forças dos EUA patrulhando nos arredores da cidade síria de Manbij, província de Aleppo (foto de arquivo)
Tropas dos EUA na Síria © AP Photo / Arab 24 network

De acordo com ele, os terroristas do Daesh estão reforçando as suas operações.

"Nós continuamos o combate, nós iremos ampliá-lo, atraindo mais apoio regional. Esta é a maior mudança que estamos fazendo agora ", disse o chefe do Pentágono.

Em meio a declarações de Trump sobre a retirada dos militares dos EUA, o secretário de Defesa James Mattis já havia esboçado a possibilidade de grupos terroristas se reagruparem em posições remotas na Síria, dizendo ao presidente dos EUA que a retirada reverteria o progresso alcançado até agora.

Em 3 de março, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou seus planos de retirar as tropas do país da Síria em um futuro próximo, o que gerou uma controvérsia com as posições do presidente da coalizão liderada pelos EUA, Brett McGurk, bem como do novo secretário de Estado, Mike Pompeo, e o chefe do Estado-Maior Conjunto Joseph Dunford, entre outros funcionários de alto escalão do país.

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