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China: 'Relatório do Pentágono distorce nossas intenções estratégicas'

A China rejeita firmemente as conclusões do relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre a situação militar e de segurança no país asiático, disse em comunicado o porta-voz do Ministério da Defesa chinês, Lu Kang.
Sputnik

"Em 17 de agosto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou o relatório sobre a situação militar e de segurança na China, interpretando mal as intenções estratégicas da China e apresentando a chamada ‘ameaça militar chinesa' […] Os militares chineses expressam sua firme oposição a esse respeito", diz a declaração.

"As alegações do relatório dos EUA são pura especulação", disse Kang, explicando que o programa de modernização do Exército chinês se destina a defender "os interesses da soberania, segurança e desenvolvimento do país" e para "providenciar a paz, estabilidade e prosperidade globais".

O porta-voz do ministério chinês também reiterou a posição firme de seu país em relação a Taiwan, que ele definiu como u…

EUA negociam libertação de 3 presos americanos com Coreia do Norte

Trump diz que se assunto não for resolvido poderá abandonar encontro com Kim Jong-Un. 'Estamos lutando para recuperar os americanos, e há uma boa possibilidade de conseguir', afirmou presidente ao lado de primeiro-ministro do Japão.


EFE


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (18) que há uma "boa possibilidade" de conseguir a libertação de três americanos presos na Coreia do Norte, e garantiu que pode abandonar sua futura reunião com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, se considerar que não está sendo "frutífera".

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, durante entrevista coletiva conjunta em Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida, na quarta-feira (18) (Foto: Reuters/Joe Skipper)
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, durante entrevista coletiva conjunta em Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida, na quarta-feira (18) (Foto: Reuters/Joe Skipper)

Em entrevista coletiva junto ao primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, Trump declarou que confia que seu encontro com Kim, previsto para junho, será um "sucesso mundial".

"Esperamos ver o dia no qual toda a península coreana possa viver unida, com segurança e em paz", afirmou Trump aos jornalistas em seu clube privado de Mar-a-Lago, na Flórida.

Perguntado se está disposto a reunir-se com Kim mesmo quando há três americanos presos na Coreia do Norte, Trump respondeu que seu governo esteve "negociando" com Pyongyang sobre o assunto.

"Estamos negociando atualmente. É um tratamento muito duro" ao qual estão submetidos os americanos na Coreia do Norte, destacou.

"Estamos lutando muito diligentemente para recuperar os três americanos, e há uma boa possibilidade de conseguir", assegurou.

Trump garantiu também que, se não considerar que sua reunião com Kim "vai ser bem-sucedida", a cancelará.

"Se pensarmos que não será frutífera, não iremos. E se estiver lá e não for frutífera, deixarei a reunião. Sempre gosto de ser flexível e serei flexível nisto", frisou o presidente americano.

Trump antecipou na terça-feira que está avaliando cinco possíveis locais para seu encontro com Kim, que acontecerá "no início de junho ou antes disso, assumindo que tudo corra bem".

O diretor da CIA e indicado como secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, viajou para a Coreia do Norte na Semana Santa para se reunir com Kim, um encontro de alto nível que serviu para preparar a reunião com Trump.

"Este é um momento histórico e possivelmente mais ainda que isso, se tudo correr bem", reforçou Trump.

"Não repetiremos os erros de outros governos (americanos). Nossa campanha de máxima pressão continuará até que a Coreia do Norte se desnuclearize", acrescentou Trump, salientando que o ideal seria "acabar com as armas nucleares em todas as partes do mundo".

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