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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

EUA negociam libertação de 3 presos americanos com Coreia do Norte

Trump diz que se assunto não for resolvido poderá abandonar encontro com Kim Jong-Un. 'Estamos lutando para recuperar os americanos, e há uma boa possibilidade de conseguir', afirmou presidente ao lado de primeiro-ministro do Japão.


EFE


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (18) que há uma "boa possibilidade" de conseguir a libertação de três americanos presos na Coreia do Norte, e garantiu que pode abandonar sua futura reunião com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, se considerar que não está sendo "frutífera".

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, durante entrevista coletiva conjunta em Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida, na quarta-feira (18) (Foto: Reuters/Joe Skipper)
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, durante entrevista coletiva conjunta em Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida, na quarta-feira (18) (Foto: Reuters/Joe Skipper)

Em entrevista coletiva junto ao primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, Trump declarou que confia que seu encontro com Kim, previsto para junho, será um "sucesso mundial".

"Esperamos ver o dia no qual toda a península coreana possa viver unida, com segurança e em paz", afirmou Trump aos jornalistas em seu clube privado de Mar-a-Lago, na Flórida.

Perguntado se está disposto a reunir-se com Kim mesmo quando há três americanos presos na Coreia do Norte, Trump respondeu que seu governo esteve "negociando" com Pyongyang sobre o assunto.

"Estamos negociando atualmente. É um tratamento muito duro" ao qual estão submetidos os americanos na Coreia do Norte, destacou.

"Estamos lutando muito diligentemente para recuperar os três americanos, e há uma boa possibilidade de conseguir", assegurou.

Trump garantiu também que, se não considerar que sua reunião com Kim "vai ser bem-sucedida", a cancelará.

"Se pensarmos que não será frutífera, não iremos. E se estiver lá e não for frutífera, deixarei a reunião. Sempre gosto de ser flexível e serei flexível nisto", frisou o presidente americano.

Trump antecipou na terça-feira que está avaliando cinco possíveis locais para seu encontro com Kim, que acontecerá "no início de junho ou antes disso, assumindo que tudo corra bem".

O diretor da CIA e indicado como secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, viajou para a Coreia do Norte na Semana Santa para se reunir com Kim, um encontro de alto nível que serviu para preparar a reunião com Trump.

"Este é um momento histórico e possivelmente mais ainda que isso, se tudo correr bem", reforçou Trump.

"Não repetiremos os erros de outros governos (americanos). Nossa campanha de máxima pressão continuará até que a Coreia do Norte se desnuclearize", acrescentou Trump, salientando que o ideal seria "acabar com as armas nucleares em todas as partes do mundo".

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