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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

EUA se recusam a confirmar se possuem amostras que comprovam ataque químico em Douma

O Departamento de Estado dos EUA se recusou a afirmar se tem ou não amostras de Douma que comprovam o suposto ataque químico contra civis.


Sputnik

"Não posso comentar sobre isso", disse a jornalistas a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, quando perguntada se os EUA têm amostras ou evidências mostrando que armas químicas foram usadas.


A porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, fala durante um briefing no Departamento de Estado em Washington
Porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert © AP Photo / Alex Brandon

Os EUA acreditam que sarin foi usado junto com gás cloro no recente ataque à cidade de Douma, nos arredores de Damasco, disse Nauert no briefing.

"Temos informações que nos levam a acreditar que tanto o cloro quanto o sarin foram usados ​​no ataque", disse Nauert.

Fontes do Departamento de Estado dos EUA disseram que a equipe de inspeção da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) ainda não conseguiu entrar na cidade da Douma, na Síria, para conduzir uma investigação independente.

"Nossas fontes, que [nós] consideramos confiáveis, indicam que a equipe ainda não conseguiu entrar na Douma", afirmou Nauert. "Esse é o nosso entendimento da situação a partir de agora."

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, disse que a alegação de que a Rússia supostamente "bloqueou" a entrada da OPAQ em Douma é inescrupulosa.

Nauert também disse que as sanções contra Moscou "não estão descartadas, nós simplesmente não temos nada para anunciar neste momento". No domingo, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, disse que as sanções eram iminentes, mas a Casa Branca e o Departamento do Tesouro, em última análise, não seguiram adiante.

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