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Governo saudita diz que rei e príncipe herdeiro são 'linha vermelha'

O ministro de Relações Exteriores saudita, Adel al-Jubeir, afirmou que o rei Salman bin Abdulaziz e o príncipe Mohammed Bin Salman são uma "linha vermelha" para a Arábia Saudita e rejeitou o suposto envolvimento do herdeiro da coroa saudita no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
EFE

Riad - "A liderança do reino da Arábia Saudita representada nas guardas das duas mesquitas sagradas (o rei) e o príncipe herdeiro são uma linha vermelha e não permitiremos tentativa algum de atacar nossos líderes", afirmou Al-Jubeir em entrevista publicada nesta terça-feira o jornal árabe internacional "Asharq Al-Awsat".


"Atacar os líderes do reino é tocar em todos os cidadãos", acrescentou.

O ministro fazia alusão às versões que vinculam o príncipe Mohammed com a morte do jornalista no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro.

Veículos de imprensa americanos informaram na sexta-feira que a CIA tinha concluído que o herdeiro saudita ordenou o assassinato de Kh…

EUA teriam enviado destróier com mísseis para o litoral da Síria

O segundo destróier norte-americano pode chegar ao mar Mediterrâneo nos próximos dias, comunicou o jornal Wall Street Journal, citando fontes no Pentágono.


Sputnik

"Os EUA já posicionaram o destróier USS Donald Cook no leste do mar Mediterrâneo, de onde ele pode participar de qualquer ataque contra a Síria […] O segundo, o USS Porter, poderá chegar lá daqui a uns dias", comunicou a edição.


USS Donald Cook (foto de arquivo)
USS Donald Cook | CC0 / U.S. Navy / wikipedia.org

Ontem (9), o jornal Washington Examiner, citando uma fonte no Pentágono, comunicou que o destróier USS Donald Cook, equipado com 60 mísseis de cruzeiro Tomahawk, zarpou do porto de Chipre em direção à Síria. De acordo com a edição turca Hurriyet, os aviões de combate russos sobrevoaram ao menos quatro vezes a embarcação norte-americana, contudo, o Pentágono não confirmou essas informações.

Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, acusou a Rússia e o Irã de apoiarem o líder sírio Bashar Assad depois de terem surgido informações sobre um alegado ataque químico na cidade síria de Douma, e prometeu decidir sobre medidas retaliatórias em 48 horas.

Moscou e Damasco desmentiram as informações sobre um ataque com cloro alegadamente levado a cabo por militares sírios. O Ministério das Relações Internacionais russo afirmou que essas falsificações têm como objetivo justificar possíveis ataques externos contra a Síria.


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