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Os 'humanitários' Capacetes Brancos se aproximam da Venezuela

Os chamados Capacetes Brancos, com uma fama inventada de ajuda humanitária, chegaram às cidades colombianas de Cúcuta e Maicao, na fronteira com a Venezuela, preâmbulo segundo analistas para incriminar o país bolivariano e tentar justificar uma invasão.
Prensa Latina
Caracas - Chegaram a Cúcuta (Colômbia). Chegaram a salvar os 'refugiados' venezuelanos que vivem lá. Chegaram com suas batas de médicos, com seus capacetes de marketing, com Gaby Arellano [...], com umas barracas para montar seu circo midiático', comentou a escritora e jornalista venezuelana Carola Chávez.
Esse grupo chegou à fronteira para atender 'meia centena de pessoas que não pintam as misérias e penúrias que os Capacetes Brancos e mercenários midiáticos nos querem contar (sobre Venezuela)', enfatiza a analista.

O problema destes senhores, explica, é que já sabemos o que fazem, vimos o rio de sangue que deixam em seu rastro. São o cinismo, porque se supõe que os médicos salvam vidas, mas estes pavimen…

Ex-chefe da inteligência israelense comenta ataque de Israel à base síria

O ex-chefe da inteligência militar israelense, Amos Yadlin, qualificou o ataque à base síria como episódio da luta de Israel contra presença militar iraniana em suas fronteiras do norte.


Sputnik

As autoridades políticas e militares do país não desmentiram nem confirmaram envolvimento no ataque à base T-4 síria, que, dois meses atrás, foi alvo de bombardeio israelense por ser um provável local de posicionamento de drones iranianos. 


Soldado e tanques israelenses perto da fronteira com a Síria (foto de arquivo)
Tropas israelenses na fronteira com a Síria © AP Photo/ Ariel Schalit

"O ataque, comunicado anteriormente, foi realizado na madrugada passada contra a T-4. É um confronto de dois lados: intenções do Irã de reforçar suas posições na Síria e a firmeza de Israel de não permitir que isso aconteça. Trata-se do primeiro ataque aéreo conhecido desde os incidentes de 10 de fevereiro", lê-se no comentário de Yadlin, publicado nas redes sociais.

Há dois meses, a Força Aérea israelense afirmou ter derrubado um drone iraniano que invadiu o espaço aéreo do país, e prosseguiu atacando a base T-4, de onde, segundo dados deles, o drone foi lançado. Tendo um caça derrubado, israelenses realizaram ataques a outros alvos no território da Síria, incluindo baterias de defesa antiaérea perto de Damasco.

Desta vez, foi o Ministério da Defesa russo que responsabilizou a Força Aérea israelense pelo ataque aéreo à instalação militar síria. De acordo com o ministério, dois caças F-15 lançaram 8 mísseis contra a T-4, dentre eles, cinco foram abatidos.

Inicialmente, a mídia síria apontou para os EUA como suspeitos no ataque, que vêm culpando as autoridades sírias do uso de armas químicas e vêm ameaçando com medidas retaliatórias.

"Contudo, os EUA afirmaram não estar envolvidos, uma vez que o ataque era relacionado com a presença iraniana, mas não com a arma química", escreveu Yadlin, não desmentindo probabilidades de futuros ataques dos EUA a alvos sírios.

"Neste sentido, seriam relevantes helicópteros e aviões do regime sírio, capazes de transportar armas químicas, bem como a defesa antiaérea do país, cuja destruição recordaria a [presidente sírio Bashar] Assad sobre sua vulnerabilidade", ressaltou.

No momento, o ex-chefe do serviço secreto Aman e ex-vice-chefe da Força Aérea de Israel, Amos Yadlin, dedica-se a atividades acadêmicas, sendo o chefe do Instituto de Estudos de Segurança Nacional de Tel Aviv.

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