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Quem vai receber 'resposta esmagadora' do Irã pelo atentado em Ahvaz?

No sábado (22), militantes armados abriram fogo contra uma parada militar na cidade de Ahvaz, matando 29 pessoas e ferindo outras 60. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, que perdeu 12 de seus militares no atentado, prometeu que o Irã daria uma "resposta esmagadora" aos envolvidos no ataque. Mas de quem Teerã irá se vingar?
Sputnik

A responsabilidade pelo atentado foi assumida pelo Movimento Democrático Patriótico Árabe de Ahvaz (Al-Ahvazia), ligado à Arábia Saudita.

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, comentando a tragédia, afirmou que os atacantes receberam dinheiro da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos e que tinham sido apoiados pelos EUA.

Ex-chefe do Conselho de Cultura da administração presidencial iraniana, doutor Abbas Amirifar, acredita que por trás do ataque em Ahvaz estão países do Ocidente que "têm uma atitude hostil perante o Irã".

"Vale destacar que os terroristas que disseram estar envolvidos no atentado instalaram-se no Oc…

Exército da Nigéria liberta 149 pessoas sequestradas pelo Boko Haram

O exército da Nigéria resgatou 149 pessoas sequestradas pela organização jihadista Boko Haram, informaram nesta segunda-feira fontes governamentais.


EFE

Abuja - As operações de resgate aconteceram no sábado na região da floresta de Sambisa, no estado de Borno - principal reduto do Boko Haram -, e terminaram com a libertação de um total de 95 crianças e 44 mulheres retidas pelos terroristas.


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Terroristas do Boko Haram | Reprodução

O exército afirmou que tinha abatido três membros do Boko Haram e que tinha detido outros cinco, embora não tenha especificado se sofreu alguma baixa.

Os 149 libertados receberam atendimento médico e posteriormente foram identificados.

Apesar de o governo nigeriano afirmar que estão ganhando a guerra contra o Boko Haram, o grupo foi protagonista no final de fevereiro deste ano do sequestro de 113 estudantes de um instituto feminino da cidade de Dapchi, no estado de Yobe, das quais apenas uma menina permanece em cativeiro.

Este incidente lembrou o sequestro em 2014 de mais de 200 meninas na cidade de Chibok, em Borno, das quais 112 não foram libertadas ainda.

O Boko Haram, que em línguas locais significa "a educação não islâmica é pecado", luta para impor um Estado islâmico na Nigéria, país de maioria muçulmana no norte e predominantemente cristão no sul.

No último dia 26 de março, o governo nigeriano de Muhammadu Buhari anunciou que estava negociando um cessar-fogo com Boko Haram, que nos últimos anos causou mais de 20 mil mortes e cerca de dois milhões de deslocados.

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