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EUA criticam bombardeiros russos na Venezuela: "Nós mandamos navio-hospital"

O coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criticou com veemência nesta segunda-feira o envio de bombardeiros russos à Venezuela e citou o envio de navio-hospital à região como exemplo do compromisso de Washington com a região.
EFE

Washington - "O enfoque dos EUA sobre a região difere do enfoque da Rússia. No meio da tragédia, a Rússia envia bombardeiros à Venezuela e nós mandamos um navio-hospital", declarou Manning durante uma entrevista coletiva realizada hoje no Pentágono.


O militar se referia com estas palavras ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul para oferecer ajuda sanitária aos milhares de refugiados venezuelanos amparados por diversos países da região.

"Enquanto nós oferecemos ajuda humanitária, a Rússia envia bombardeiros", lamentou Manning em referência ao envio uma esquadrilha de aviões russos, incluindo dois bombardeiros estratégicos T-160, capazes de carregar bomb…

Exércitos dos países do golfo Pérsico vão realizar sonhos de Trump na Síria?

O Qatar deve enviar tropas à Síria se não quiser perder o apoio militar norte-americano, declarou o chanceler saudita, Adel al-Jubeir.


Sputnik

"O Qatar tem que pagar pela presença das tropas norte-americanas na Síria e deve enviar suas tropas à Síria antes de o presidente dos EUA se recusar a fornecer proteção ao Qatar pela base norte-americana no território qatarense", a assessoria de imprensa da Arábia Saudita cita o ministro das Relações Exteriores do país.


As forças dos EUA na sede da Unidade de Proteção do Povo Curdo (YPG) perto de Malikiya, na Síria, em 25 de abril de 2017.
Tropas dos EUA junto com curdos na Síria © REUTERS / Rodi Said

Mais anteriormente, Washington anunciou planos de substituir os militares norte-americanos no território sírio por contingentes de países árabes. Mas o que está por trás destas declarações? Será que os EUA não podem lidar com os terroristas?

O chefe do Centro de Estudos Militares libanês, general-brigadeiro Hisham Jaber, disse em entrevista à Sputnik Árabe: "Primeiramente, é necessário entender que os EUA não pretendem lutar verdadeiramente contra o Daesh [organização terrorista proibida na Rússia]. Hoje em dia, vemos no leste da Síria terroristas coexistindo pacificamente com militares estadunidenses. Quanto ao envio de forças militares de países do golfo Pérsico, que duvido por uma série de razões, isso seria feito somente para poupar dinheiro norte-americano em guerras. Mesmo que na Síria desembarquem de repente tropas, digamos, da Arábia Saudita, de qualquer maneira Washington não retiraria por completo suas tropas. Certo número de norte-americanos permaneceria, dependendo da quantidade de soldados sauditas, mas é o reino que vai pagar por todos."

Uma das razões pelas quais o envio do contingente saudita é pouco provável é a disputa entre a Arábia Saudita e o Qatar sobre que quantias serão pagas por eles e a quem as tropas responderão, sendo isso muito importante levando em consideração o conflito atual entre os países. De acordo com o general libanês Hisham Jaber, o compromisso pode se tornar financiamento conjunto das despesas das forças norte-americanas.

O analista omani em política regional, Ali al-Mashaani, considera que os EUA querem ver na Síria somente forças militares do Qatar.

Ele contou à Sputnik Árabe que "atualmente os representantes do governo norte-americano realizam uma política de duplos padrões em relação ao Qatar na crise síria". Ali al-Mashaani acrescentou que, por um lado, os EUA agradecem muito o país, por outro, apelam sempre para não apoiar o terrorismo. E para sair desta situação difícil, Doha deve pôr em prática os planos dos EUA na região.

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